Morro do Sete de chapéu velho

Meus amigos de montanha discutiam, logo após chegarmos aos pés da Serra da Graciosa, o porquê de eu estar usando um chapéu rasgado. Expliquei que de tanto usar, uma hora rasga. Aí alguém disse que é porque eu lavo muito, a qual tive que retrucar dizendo que eu só lavo meu equipamento na chuva, quando muito no orvalho, e sem tirar da cabeça. Então subimos e descemos as montanhas, mesmo com meu chapéu rasgado. O céu era pra ter sido generoso com nossas vistas, e no final não foi, pois a neblina cobriu tudo, da Serra do Ibitiraquire, passando pelo litoral, chegando até a Serra do Marumbi. Impediu inclusive de avistarmos os detalhes do Esporão do Vitamina, onde eu duvido terem alcançado todos os cumes possíveis, especialmente descendo do cume do Pequeno Polegar, imagine saindo da planície litorânea. Ao menos não choveu, o que foi bom. Ao fim e ao cabo, o importante é estar na montanha treinando, respirando a cura que vem do mato, fazendo planos, esperando a vista abrir, e torcendo para ganhar um chapéu novo no aniversário.

Cume Morro do Sete.

Cume Morro do Sete.

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