Outra pernada no Pico Paraná

Treino no Ibitiraquire, desta vez no Pico Paraná, sábado passado. O clima esteve amigão durante todo o percurso. Fui na companhia do Claro e do Rodrigo, este último um camarada que eu só conhecia pela Internet, do Transpirando.com, mas que agora já conheço também no mundo real. Levamos quase 9h pra ir e voltar, tempo praticamente equivalente a da última vez, considerando 1 horinha de descanso no cume. Podia ter sido mais rápido? Claro que sim, mas ligeiro é o pensamento, não a perna.

De diferente, como o Fiori já havia comentado dias atrás, as avalanches realmente mudaram de aspecto, e mesmo assim a do Taipabuçu continua impressionante. Lixo na trilha quase não havia; eventualmente uma bituca de cigarro, uma papel higiênico cagado ou um lacre de isotônico. Reparei numa nova clareira aberta no Abrigo 01. E de fato, a cada nova passagem pelo Pico Paraná fica evidente que a retirada das escadinhas mudou em nada a nossa ascensão, mas fez com os que têm menos desenvoltura abrissem desvios que deixaram o caminho feio. Isso também é um absurdo, praticamente um crime: de quem tirou os degraus e de quem estragou as trilhas.

A outra constatação é a de que o peão do latifundiário preguiçoso serve só pra orientar o estacionamento, nada de oferecer educação ambiental aos visitantes, quem sabe uma sacolinha plástica. Assim fica fácil. Mas de uns anos pra cá, isso deixou de ser novidade. Importante mesmo é que as pessoas continuam freqüentando o Pico Paraná e fazendo das suas artes por lá.

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A foto que ilustra o post é do Rodrigo Stulzer. Outras imagens da pernada + videozinho bacana podem ser vistos no site dele.

No cume do Pico Paraná: Claro, eu e Rodrigo.

No cume do Pico Paraná: Claro, eu e Rodrigo.

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