Queimando na Serra do Papanduva

Foi uma jornada fervente pela Serra da Papanduva, tamanho o sol combustível que queimava no céu do meu Paraná. Sábado de manhã subimos o Morro do Araçatuba pela face oeste, como é de hábito, e depois descemos pela face sudeste, em direção à borda da Serra do Araçatuba, como quem vai averiguar a nascente do Rio Campina Chata. Do fundo do vale foi possível avistar, lá bem longe, já em Santa Catarina e na Serra do Quiriri, a Pedra da Tartaruga envolta em algumas nuvens. Fato que depois de termos levantado a ficha do vale em questão, Alisson e eu subimos o Araçatuba novamente, para lá no cume encontrar o camarada Theossi acampado. Aí fizemos uma breve refeição e seguimos montanha abaixo, e assim acabou o dia.

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Fechando janeiro:

- Travessia abortada no Camapuã, para dia seguinte escalar no Anhangava.
- Pernada básica na Serra da Graciosa.
- Montanha escondida na Serra do Ibitiraquire.
- Sol escaldante na Serra da Papanduva, o relato aí de cima.

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