Sovaco eterno de um montanhista cabeludo

Arranquei uma lasca de unha enquanto escalava no Morro do Canal, sábado a tarde, de maneira que está me incomodando a digitação deste texto. Não foi o primeiro pedaço do corpo que deixei na montanha, nem o último. Fato que estou ficando velho, preciso me cuidar um pouco melhor, assim como velhas são estas fotos que estou olhando agora. Nossa, todas já tem 5 anos. Vou deixar algumas aqui para apreciação: do Cerro Verde, do Ferreiro e do Alvorada. Continuando. Sofridas e velhas estão ficando também as roupas que uso na montanha. É inacreditável, mas eu tenho algumas camisetas que possuem um fedor eterno, não importa o quanto você lave. Outras, no primeiro contato com as axilas ainda sem suor, já começam a exalar aquele odor de semanas sem banho. Bem, se eu estivesse indo passear num shopping, talvez cheirar gostoso fizesse alguma diferença. Na montanha não, exceto pelo nariz mais sensível de algum camarada. Fedores a parte, o final de semana foi bonitão, e é isso que importa. Teve muito sol, lua cheia e bons resultados. Só preciso caprichar um pouco mais na academia, e continuar malandrão na montanha. O resto eu dou um jeito.

-x-x-

Abraços pros caras com quem cruzei este final: Pedro, Otaviano e Kiyoshi, na sexta; Andrey e Nogarolli, no sábado; Magrinho e Josman na montanha.

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