Travessia da Baitaca

Travessia que consistiu, nesta versão, em atravessar a Serra da Baitaca no sentido sul-norte, passando pelos cumes das seguintes montanhas, num total de oito: PB2, PB1 (ou Pelado, conforme costume da região), Abrupto, Sapo, Pão de Lothzinho, Pão de Loth, Anhangava e Samambaia.

01) janeiro e fevereiro de 2009

Idéia inicial durante dias de escalada no Morro do Canal, de onde se tem visão privilegiada de toda a Serra da Baitaca. Conversa produtiva com o Cover, que relatou sua experiência nesta serra durante travessia pioneira.

02) março de 2009

Com Josman Kiwi, subida ao Pão de Loth, para verificar face sul da montanha.

03) 14 de março de 2009

Com Natan e Magrinho, subida ao cume do PB2, via Estação de Roça Nova.

04) 21 de março de 2009

Com Magrinho, tentativa frustrada de chegar ao cume do Corvo, montanha ao norte do Caminho do Itupava.

05) 28 de março de 2009

Com Magrinho, jornada de investigação pelas estradas da região, a fim de localizar outro caminho à primeira montanha da travessia. Encontrado o ponto de acesso no RdS.

06) abril de 2009

Com Kiyoshi Natureza e Magrinho, entre bagas e bitucas, exploração contemplativa nas proximidades do RdS, em Piraquara.

07) 18 a 21 de abril de 2009

Com Magrinho, Natan, Alisson e Juliano, mais Michelle e Greice, início da travessia. Logística de partida, rumo ao RdS, executada por Gustavo Abras e Kiyoshi Natureza.

Primeiro dia, tempo excelente, subida aos cumes do PB2 e PB1, acampamento próximo à picada que leva até a Estação de Banhados, com o Abrupto ao Norte.

Segundo dia, tempo excelente, passagem pelo cume do Abrupto (fez jus ao nome), com acampamento na encosta do Sapo, próximo a vale onde havia água, após descer pirambeira por 10 minutos.

Terceiro dia, tempo péssimo, subida ao cume do Sapo, onde foi encontrado rastro antigo, certamente do Cover, mas que acabou no fundo do vale. Passagem pelo cume do Pão de Lothzinho e chegada cansativa no cume do Pão de Loth, de onde descemos para pernoitar nas proximidades do Caminho do Itupava. Juliano e Alisson voltaram pra casa dali.

Quarto dia, tempo péssimo, tentativa de acessar o cume do Corvo pelo sul, e que não foi possível pela falta de braço forte e pela distância a ser vencida, superior a 2 km. Desvio pelo Itupava para alcançar o cume do Anhangava pela rota tradicional, e finalmente, descida pela última montanha da travessia, o Morro do Samambaia. Alisson e Bolívia esperando na base para resgate. Término da travessia no bar do mirante, em Quatro Barras.

(…) Estava abrindo caminho, rumo ao cume do Pão de Loth. Na minha retaguarda, Alisson dava as coordenadas pela bússola: vá lá, corrija a rota pra esquerda! Mata dura, macega desgraçada. De relance, observo clarão à direita. Alisson reclama: porra, siga reto, desvie à esquerda. Mesmo assim, invisto no clarão e chego às pedras do cume sul do Pão de Loth. E basta de varar mato! Vento nervoso, início de noite e visual fechado, mas foi muito alegre a comemoração de chegada.

Fim do relato, que se registre versão desta travessia.

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5 Comments

  • sou proprietario de todo a trilha do itupava , a propriedade tem 120 ha
    esta a venda inclui o pão de loth, até o ipiranga

    contatos jean lucas

    o meu pai era o DR. Dulcio mendes

    • Senhor Barroso

      Eu estou interessado em comprar sua propriedade. Eu quero compra-la para fazer uma plantação de Pinus elliotti e fazer um pedágio no caminho do Itupava, ja que este caminho passa por dentro de tal propriedade.

      Me diga valor, que pago o que estiver dentro do mercado, segundo analise.

      Barroso

  • vao tomar no cú seus filhos da puta. vão comprar a mãe de vcs na zona, bando de filhos da puta sem cérebro.

  • filhos da puta. vao vender e comprar a mamãe de vcs

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