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	<title>A Montanha &#187; monte roraima</title>
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	<description>Blog de Montanhismo - Vinicius Ribeiro</description>
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		<title>Expedição ao Monte Roraima</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jun 2011 23:31:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Relato de minha expedição ao Monte Roraima, oitava maior montanha do Brasil com 2734,06m, na fronteira com a Venezuela, realizada em solitário no ano 2008, como parte do projeto Montanhas do Brasil. Atualização 04/07/2011: algumas pessoas perguntaram a razão de eu estar tão despreparado pra subir a montanha, já que levava basicamente apenas miojo. Explico: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Relato de minha expedição ao Monte Roraima, oitava maior montanha do Brasil com 2734,06m, na fronteira com a Venezuela, realizada em solitário no ano 2008, como parte do projeto <a href="http://amontanha.com.br/as-14-maiores-montanhas-do-brasil/">Montanhas do Brasil</a>.</p>
<p>Atualização 04/07/2011: algumas pessoas perguntaram a razão de eu estar tão despreparado pra subir a montanha, já que levava basicamente apenas miojo. Explico: é que eu já estava na estrada a mais de 20 dias, vindo de outra jornada pela Amazônia, no caso o Pico da Neblina e o Pico 31 de Março. A principal da comida já tinha acabado, assim como a grana. Fiz o Roraima porque este era o plano e eu não perderia a chance. Além do mais, naquela época eu estava muito bem preparado, tanto que fui e voltei de boa. Segue o relato.</p>
<p>-x-x-</p>
<p>Saí de Manaus-AM e cheguei em Boa Vista-RR dia 10 de setembro, quarta-feira, e fui direto ao Hotel Ferrari. A diária custou R$75 no cartão, e a qualidade do quarto era muito superior aos que eu tinha encontrado antes, como em São Gabriel da Cachoeira-AM. O desjejum era servido às 6h30, então marquei com um taxista de lotação para me pegar às 7h do dia seguinte. </p>
<p>Dia 11, no horário combinado, o rapaz me pegou e levou ao ponto de lotação que vai a Santa Elena de Uairén, na Venezuela. Lá nós esperamos um tanto por outras pessoas, e depois que mais alguém apareceu, seguimos viagem. Percorremos aproximadamente 250km em 2h30. Custou R$30,00 e o cara me deixou no hotel que eu pedi. A passagem pela fronteira foi tranqüila também. Em Santa Elena me hospedei no Hotel Michele, diária de B$40 (Bolívares Forte), sem café ou televisão, só chuveiro quente e baratas no quarto. Mas a dona do hotel era bem simpática e anti-Chaves. Na rua, a troca de moeda foi 2 por 1, ou seja, R$1 igual a B$2. Deixei a mochila no quarto e sai atrás de meios para ir ao Monte Roraima. Tudo muito voltado ao turista gringo com dinheiro, tanto que os índios mal falavam espanhol, mas eram fluentes no inglês. Ninguém quis me dar carona, e ao perceberem que eu era turista, ou melhor, que tinha cara de turista, queriam me cobrar a partir de B$300 o transporte só ida até a aldeia e outros B$100 o dia do guia. Segundo consta, não pode entrar no parque do Monte Roraima sem guia. Nas agências o preço era de B$1050 o pacote com tudo incluso e que durava 6 dias. Sei que depois de muito procurar, quase no desespero, encontrei uma agência que me incluiu num grupo e também aceitou me cobrar menos. Então ao invés de pagar B$1050 por tudo, paguei B$350 apenas pelo transporte ida e volta, além do guia. Esta agência acredita em disco voador e se chama Mystic Tour. Todo o resto foi minha conta. Comprei frutas no mercado e dormi. </p>
<p>Dia seguinte, 12, me encontrei com o pessoal, entramos num grande carro offroad e tocamos até a tribo Paraitepui. Dois índios assistentes, mais três meninas japonesas e um casal francês. Trajeto de uns 70 km em menos de 1 hora. Chegamos às 14hs e os clientes foram almoçar. Eu fiquei tirando fotos. Depois fizemos breve caminhada de 3 ou 4 horas até o primeiro acampamento. Como eu andava ligeiro, mesmo carregando minha barraca, comida, fogareiro e o todo o resto, cheguei primeiro. Fiz meu miojo e desta vez os clientes ficaram me olhando comer. </p>
<p>Dia 13, muito sol, muito gringo, o único brasileiro naquela savana era eu. Toquei na frente o tempo todo, pois os guias estavam carregados demais. As japonesas pareciam crianças frágeis e a mulher francesa estava fora de forma, aí que só o piá francês que me acompanhou. Trilha muito sossegada, nada de problemas, nenhum bicho ou grilo que fosse. Neste dia chegamos ao acampamento base. Fiz meu miojo e o fogareiro estragou. Mais a noite, com a fome batendo de novo, tive que pedir arrego ao guia. Depois que os clientes se fartaram de comer, eles me emprestaram o fogareiro e eu fiz mais um miojo. </p>
<p>Dia 14, muito sol, muito céu, e todo mundo subindo a parede. Neste dia o piá francês saiu correndo. Eu estava cansado e com saudade de casa, pois lá se ia quase um mês fora de casa. Sem fogareiro também. Subi bem na boa, e de todos os gringos do mundo que estavam aquele dia escalando o Roraima, fui o sexto a chegar. Primeiro uma dupla de meninas francesas (muito lindas, por sinal), depois uma dupla de amigos bascos, e o cara francês do meu grupo. Lá em cima é tudo muito, mas muito grande. De fato, não há lugares para acampar. No máximo um bivak. Aí esperei por quase 2 horas até que o guia e o resto das meninas do meu grupo chegarem. Fomos ao tal hotel, que é como chamam as cavernas onde é possível armar acampamento. O guia privilegiou os clientes, tive que montar minha barraca num barranco, embaixo de uma goteira. Comecei a passar fome, tinha 3 miojos na mochila, mais alguns sachês de carboidrato em gel. Sem fogareiro, bom lembrar. Almocei depois que os clientes almoçaram. Jantei depois que os clientes jantaram. Eu já era quase um índio. Minha maricotinha (nome primitivo para erva que dá barato) tinha acabado também, que desgraça. Pra não perder a lucidez, comecei a cantar músicas brasileiras bem alto, para os gringos verem que mesmo na adversidade, brasileiro samba e é feliz. E não foi que uma das japinhas veio bailar comigo? Neste dia, além da exploração que fiz nas 2 horas em que esperei o guia chegar, também subi no ponto mais alto, o El Carro, sozinho. </p>
<p>Dia 15, sem rango, cheguei para o guia e disse que lamentava muito, mas estava indo embora. O dia estava lindo. Os clientes saíram para passear pelo platô e eu finalmente voltava pra casa. Fiquei livre no cume, fiz o que eu quis. Mas como só tinha mais um miojo e quatro saches de carboidrato, não me demorei muito. O trajeto de retorno é o mesmo da subida. São 27 km, mais ou menos. Os clientes voltam em 2 dias, eu teria que voltar a tempo de descolar uma carona na tribo. Os índios fazem o retorno em 6 horas. Eu consegui fazer em 8. Mas foi muito tenso. Calor do cão, bolha no pé, luz no olho. Cozinhei meu último miojo em uma garrafa pet exposta ao sol, em cima da mochila. Cheguei na tribo às 16h30, não tinha mais ninguém. Fiquei triste, fumei um negócio estranho que tinha no bolso, o frio aumentou, o sol se foi e a lua cheia surgiu. Montei a barraca debaixo de uma estrutura turística, agora que eu era o turista solitário no meio de uma tribo indígena. De madrugada, vi luzes de carros. Vou ver, são dois jovens venezuelanos. Fazer fotos noturnas. Sei lá. Ganhei dois sanduíches de queijo, talvez parecesse um indigente.  </p>
<p>De manhã cedo, dia 16, um cara passa vendendo pão pela tribo. Um índio me dá a letra e lá vou eu pedir carona. Que nada, B$20 até a cidade. Fiz cara de coitado e faminto, me cobrou B$15. Voltei ao Hotel Michele, tomei um mega banho e fui comer arroz frito com carne, B$8, no restaurante do chinês. Tomei umas três cervejas, B$3. Liguei pra casa também, B$2 o minuto. Fui dormir às 20h, não tinha o que fazer. </p>
<p>Dia 17 peguei um táxi até a fronteira, junto com um argentino que esperava sua amiga húngara pra também subir o Roraima, B$3. De lá, outra lotação até Boa Vista. A volta custou mais barato, R$25. Atrasei o relógio, que da fronteira é meia hora mais tarde. Já na capital de Roraima, comi feito um cavalo, gastei R$21, sem bebida. No mercado comprei mais comida no cartão, mais um tanto de cerveja, e fui para o hotel. A noite saí tomar outras cervejas geladas num ponto turístico qualquer. Mega calor, todo o povo na rua, pessoas sambando, verdadeira festa. </p>
<p>Dia seguinte, 18, voltei pra casa. Sai de Boa Vista com um calor de 33°, cheguei em Curitiba com um frio de 9°.</p>
<p>-x-x-x-</p>
<p>Mais sobre o assunto:</p>
<p>- <a href="http://amontanha.com.br/posts/montanhas-do-norte/">Montanhas do norte</a><br />
- <a href="http://amontanha.com.br/as-14-maiores-montanhas-do-brasil/">As 14 maiores montanhas do Brasil</a><br />
- <a href="http://amontanha.com.br/posts/clipe-montanhas-do-norte/">Clipe Montanhas do Norte</a></p>
<p>-x-x-x-</p>
<p>Sem assunto, eu? Pois é. Nos dois últimos finais de semana fui escalar, como parte do meu treinamento para escalar montanhas maiores. Achei que ninguém fosse se interessar por isso, então resolvi resgatar este pedaço do meu diário e contar a história do Monte Roraima.</p>

<a href='http://amontanha.com.br/posts/expedicao-ao-monte-roraima/100_1094/' title='A caminho do Monte Roraima'><img width="80" height="80" src="http://amontanha.com.br/admin/wp-content/uploads/2011/06/100_1094-80x80.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="A caminho do Monte Roraima" title="A caminho do Monte Roraima" /></a>
<a href='http://amontanha.com.br/posts/expedicao-ao-monte-roraima/100_1137/' title='Paredes do Monta Roraima'><img width="80" height="80" src="http://amontanha.com.br/admin/wp-content/uploads/2011/06/100_1137-80x80.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Paredes do Monta Roraima" title="Paredes do Monta Roraima" /></a>
<a href='http://amontanha.com.br/posts/expedicao-ao-monte-roraima/100_1177/' title='&quot;Hotel&quot; no cume do Monte Roraima'><img width="80" height="80" src="http://amontanha.com.br/admin/wp-content/uploads/2011/06/100_1177-80x80.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="&quot;Hotel&quot; no cume do Monte Roraima" title="&quot;Hotel&quot; no cume do Monte Roraima" /></a>
<a href='http://amontanha.com.br/posts/expedicao-ao-monte-roraima/100_1189/' title='Monte Roraima'><img width="80" height="80" src="http://amontanha.com.br/admin/wp-content/uploads/2011/06/100_1189-80x80.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Monte Roraima" title="Monte Roraima" /></a>

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		<title>Clipe Montanhas do Norte</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Mar 2009 00:27:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Expedição de 23 dias pela Amazônia e Gran Sabana Venezuelana. Ascensão do Pico da Neblina, Pico 31 de Março e Monte Roraima. Seqüência de imagens que dão um resumão. O vídeo final deve ficar pronto em 2 meses. O clipe não tem fala e acaba abruptamente. Música de fundo é Joe Satriani, Rubina&#8217;s Blue Sky [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Expedição de 23 dias pela Amazônia e Gran Sabana Venezuelana. Ascensão do Pico da Neblina, Pico 31 de Março e Monte Roraima. Seqüência de imagens que dão um resumão. O vídeo final deve ficar pronto em 2 meses. O clipe não tem fala e acaba abruptamente. Música de fundo é Joe Satriani, Rubina&#8217;s Blue Sky Happiness. Perdi 5 quilos na viagem, recuperei 10 na volta. Saí de Boa Vista com 33º C, cheguei em Curitiba com 9º C.</p>
<p>P.S.: Veja mais sobre esta e outras montanhas em <a href="http://amontanha.com.br/as-14-maiores-montanhas-do-brasil/">Montanhas do Brasil, escalando as 14 maiores montanhas do Brasil.</a></p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/-ZVzBavBqFM&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/-ZVzBavBqFM&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object><br />
Montanhas do Norte, o clipe.</p>

<a href='http://amontanha.com.br/posts/clipe-montanhas-do-norte/pico-da-neblina-02/' title='Pico da Neblina'><img width="80" height="80" src="http://amontanha.com.br/admin/wp-content/uploads/2009/03/pico-da-neblina-02-80x80.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Pico da Neblina visto do acampamento base." title="Pico da Neblina" /></a>

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		<title>Montanhas do norte</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Mar 2009 02:02:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando me refiro às montanhas do norte do Brasil, falo do Pico da Neblina, Pico 31 de Março e Monte Roraima, todas, evidentemente, na região norte do país. São três montanhas longínquas &#8211; especialmente para quem mora no sul, localizadas acima da Linha do Equador. O Pico 31 de Março, por exemplo, está encravado no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando me refiro às montanhas do norte do Brasil, falo do Pico da Neblina, Pico 31 de Março e Monte Roraima, todas, evidentemente, na região norte do país. São três montanhas longínquas &#8211; especialmente para quem mora no sul, localizadas acima da Linha do Equador. O Pico 31 de Março, por exemplo, está encravado no coração da Floresta Amazônica, a alguns metros da fronteira com a Venezuela.</p>
<p>Eu teria e tenho muita coisa pra contar sobre esta expedição, realizada entre agosto/setembro de 2008, mas não é o caso agora. Eu estou trabalhando num documentário curta-metragem (que chique, até pareço um cineasta) e minha opinião, no momento, é de que a melhor maneira para contar a história é com um filme. Porém, nem tudo foi capturado em áudio e vídeo. Um episódio marcante da expedição, que teve poucas testemunhas oculares e que está aqui, impregnado no meu cérebro, merece registro. Segue, para a posteridade:</p>
<p>Noite estrelada, calor de uns 30º C, aldeia ianomâmi de Nazaré. O céu, nestes lugares desprovidos de luz artificial, é um assalto aos sentidos, você deve imaginar. Na oca, sem camisas, vestindo apenas bermudas e chinelos, quatro pessoas sentadas ao redor de uma mesa rude de madeira. Eu, totalmente branco. Ao meu lado, um totalmente negro. Na minha frente, um índio. E ao lado do índio, um cabloco, que deve ser a mistura de tudo. Ali somos quatro pessoas representando todas as raças e cores da Terra, participando de um ritual, independente de pele, credo ou origem. Uma tênue luz ilumina o ambiente, e as sombras dominam o que eu não enxergo. É possível perceber que o chão de terra batida tem bichos, que hora ou outra mudam de lugar, sem aviso prévio. Um cachorro olha da porta. Iniciamos o ritual na oca, terminamos na beira do rio, sob as estrelas. Acabada a cerimônia, volto atordoado para minha rede, que está montada a alguns metros dali e não me surpreendo ao encontrar insetos dentro dela. Adormeço apenas de bermuda, sem saco de dormir, e durante a madrugada, o frio me pega desprevenido. Naquela noite, de fato, eu iniciava minha jornada pelas mais remotas montanhas do Brasil, sabendo que jamais esqueceria o resultado dessa experiência.</p>
<p>-x-x-x-</p>
<p>(1) Vou produzir um vídeo, mais um clip. Aviso quando tiver algo para mostrar.</p>
<p>(2) Saiu no site do Nas Nuvens Montanhismo, logo depois que voltei de viagem. Está <a href="http://nasnuvensmontanhismo.com.br/posts/as-montanhas-do-norte/">aqui.</a></p>
<p>(3) Foto é o que há. Algumas estão no meu perfil do orkut, outras estarão no vídeo. Mas algumas estão aqui.</p>
<p>(4) Veja mais sobre esta e outras montanhas em <a href="http://amontanha.com.br/as-14-maiores-montanhas-do-brasil/">Montanhas do Brasil, escalando as 14 maiores montanhas do Brasil.</a></p>
<p>(5) Abraços.</p>

<a href='http://amontanha.com.br/posts/montanhas-do-norte/monte-roraima/' title='Monte Roraima.'><img width="80" height="80" src="http://amontanha.com.br/admin/wp-content/uploads/2009/03/monte-roraima-80x80.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Iniciando a descida do Monte Roraima." title="Monte Roraima." /></a>
<a href='http://amontanha.com.br/posts/montanhas-do-norte/pico-31-marco/' title='Pico 31 de Março'><img width="80" height="80" src="http://amontanha.com.br/admin/wp-content/uploads/2009/03/pico-31-marco-80x80.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Cume do Pico 31 de Março, Amazônia." title="Pico 31 de Março" /></a>
<a href='http://amontanha.com.br/posts/montanhas-do-norte/pico-da-neblina/' title='Pico da Neblina'><img width="80" height="80" src="http://amontanha.com.br/admin/wp-content/uploads/2009/03/pico-da-neblina-80x80.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="No cume do Pico da Neblina, a maior montanha do Brasil." title="Pico da Neblina" /></a>

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