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	<title>A Montanha &#187; serra dos órgãos</title>
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	<description>Blog de Montanhismo - Vinicius Ribeiro</description>
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		<title>100 anos de montanhismo brasileiro?</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Dec 2011 22:25:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>É uma falácia, uma arbitrariedade. Talvez um erro bem intencionado. Não existe esta história de 100 anos de montanhismo brasileiro. Acontece que os montanhistas cariocas, ou especialmente eles, atribuem à primeira escalada do <a href="http://amontanha.com.br/posts/outras-montanhas-de-petropolis/">Dedo de Deus</a> 1675m em 1912, na Serra dos Órgãos em Teresópolis-RJ, realizada por José Teixeira Guimarães e companhia, como marco inicial do montanhismo nacional. A escolha até me parece justa dada a relevância do evento, embora não consensual, haja vista as manifestações contrárias de montanhistas paranaenses e catarinenses.</p>
<p>Particularmente, esta seleção revela a habilidade dos montanhistas cariocas em estar sempre na vanguarda política do montanhismo nacional, e que, querendo ou não, estão fazendo algo em prol da nossa atividade, como por exemplo, a Semana Brasileira de Montanhismo. Mas revela, também, a falta de perícia em tratar a questão com o resto do país e pouca humildade em aceitar uma realidade a parte da antiga capital do Império. E é muito fácil ser humilde quando se está por cima das nuvens, no alto de uma bela montanha. Tenso mesmo é conseguir ser humilde quando se está por baixo.</p>
<p>O montanhista paranaense, acostumado a longas jornadas para escalar uma montanha, já que não tem morro na esquina de casa, atribui à primeira escalada do <a href="http://amontanha.com.br/tag/marumbi/">Conjunto Marumbi</a>, 1539m, realizada por José Olympio de Miranda e companheiros em 1879, que por dias cruzou rios e florestas intocadas, e alcançou duas outras montanhas antes de atingir o cume principal do <a href="http://amontanha.com.br/tag/marumbi/">Marumbi</a>, como o principal evento inicial do montanhista brasileiro. Os cariocas sempre ficam irritados quando os paranaenses afirmam que a escalada do <a href="http://amontanha.com.br/tag/marumbi/">Marumbi</a> foi de caráter meramente esportivo, sem contar ter sido realizada mais de 30 anos antes, e que por isso mesmo merece o reconhecimento de marco inicial do montanhismo brasileiro. Além de ficarem irritados, confundem defesa histórica com política.</p>
<p>Como montanhista, federado e pagador de mensalidades, tenho o direito de concordar ou não com a questão. E expor meu ponto de vista não é ser mesquinho. Deveriam tratar da união dos montanhistas antes, não quando o fato já está consumado. Aí fica parecendo desculpa. Tinham que ter buscado união na hora de decidir lançar um selo que fala em nome de todos os montanhistas brasileiros.</p>
<p>Onde vamos parar com esta discussão? Em lugar nenhum. O montanhismo carioca se esforçou pelo selo, e é isso o que vale. Mas o que fica é o erro histórico, a questão de inventarem uma data. Lançaram um selo comemorativo ao tal 100 anos do montanhismo nacional, e com isso, conseguiram oficializar uma arbitrariedade. Eu sou mais <a href="http://amontanha.com.br/tag/marumbi/">Marumbi</a>. Isso não muda a vida de ninguém, assim como o selo não vai mudar a minha.</p>
<div id="attachment_1109" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://amontanha.com.br/admin/wp-content/uploads/2011/12/100_3643.jpg"><img src="http://amontanha.com.br/admin/wp-content/uploads/2011/12/100_3643.jpg" alt="Conjunto Marumbi, marco inicial do montanhismo brasileiro?" title="Conjunto Marumbi, marco inicial do montanhismo brasileiro?" width="500" height="375" class="size-full wp-image-1109" /></a><p class="wp-caption-text">Conjunto Marumbi, marco inicial do montanhismo brasileiro?</p></div>
<div id="attachment_1110" class="wp-caption aligncenter" style="width: 385px"><a href="http://amontanha.com.br/admin/wp-content/uploads/2011/12/Petropolis-066.jpg"><img src="http://amontanha.com.br/admin/wp-content/uploads/2011/12/Petropolis-066.jpg" alt="Dedo de Deus, marco inicial do montanhismo brasileiro?" title="Dedo de Deus, marco inicial do montanhismo brasileiro?" width="375" height="500" class="size-full wp-image-1110" /></a><p class="wp-caption-text">Dedo de Deus, marco inicial do montanhismo brasileiro?</p></div>
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		<title>Divagando sobre a merda montanhística alheia</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 03:38:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sabemos todos que esse é um assunto meio desagradável de tratar e que eu poderia usar esse meu pequeno espaço de registro para descrever algum evento bonito. Porém, mais desagradável ainda, é você estar na paz das montanhas e, de repente, num lance de azar, encontrar uns 15cm de cocô seco ao lado de uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sabemos todos que esse é um assunto meio desagradável de tratar e que eu poderia usar esse meu pequeno espaço de registro para descrever algum evento bonito. Porém, mais desagradável ainda, é você estar na paz das montanhas e, de repente, num lance de azar, encontrar uns 15cm de cocô seco ao lado de uma caixinha de cume ou no meio de uma trilha. Em algumas vezes o negócio está acompanhado do papel higiênico usado no ato, apenas para completar a cena.</p>
<p>Então eu fiz uma reflexão sobre o assunto, logo depois de voltar do <a href="http://amontanha.com.br/tudo-sobre-o-pico-parana/" title="Tudo sobre o Pico Paraná">Pico Paraná</a> e ter encontrado dezenas de artefatos produzidos pelos intestinos dos montanhistas que freqüentam aquelas trilhas. O resultado é mais filosófico do que científico, uma vez que não estou munido de dados precisos e também porque estou meramente divagando, como já citei no título, sobre as fezes alheias.</p>
<p>Logo de cara, devemos concordar que fazer cocô ao lado de uma caixa de registro é uma tremenda palhaçada. O alto de uma pedra, um lugar em que todos sentam ao pegar o caderno do cume, jamais será local apropriado para servir de banheiro. A pessoa que faz isso, simplesmente não tem educação ou carrega uma boa dose de humor bizarro dentro da mochila. E eu já contemplei tal espetáculo no Itapiroca.</p>
<p>Beleza, não defeca na caixa do cume, mas defeca no meio da trilha. Aí eu já acho que às vezes nem é tanto questão de educação, é mais de inteligência mesmo, quem sabe de ignorância. Por exemplo, o cara pode ignorar que usar a trilha para banheiro vai permitir que pisem no material e que cause transtornos ao nariz do sorteado. Simplesmente a pessoa não se toca! Sei lá, isso acontece.</p>
<p>Segundo o Código da Montanha do <a href="http://www.mountaineering.com/">UIAA</a>, &#8220;na ausência de instalações adequadas, ao defecar devemos manter uma distância adequada de casas, acampamentos, plantações, rios e lagos e tomar todas as medidas necessárias para evitar danificar o ecossistema e assegurar-nos de que não ofendemos os sentimentos estéticos de outras pessoas. Em zonas altamente freqüentadas com um baixo nível de atividade biológica, os montanhistas devem ter o trabalho de levar consigo suas fezes.&#8221;</p>
<p>Com essa colocação, é possível propor duas estratégias quando chegar a hora de procurar o banheiro em cima de uma montanha, ou em qualquer outro lugar natural, onde, obviamente, não há instalações propícias:</p>
<p>1 &#8211; Fazer as necessidades dentro de uma sacola. Usar o papel higiênico e jogar dentro. Evitar que muita urina entre na sacola. Fechar a sacola e jogar dentro de outra sacola, só para garantir. Amarrar tudo muito bem. Colocar o bolo dentro de um recipiente rígido, como uma caixa de leite ou lata de achocolatado. Acomodar na mochila e levar de volta para a cidade, onde deve ser descartado no lixo adequado.</p>
<p>Ou…</p>
<p>2 &#8211; Com uma pequena pá, cavar um buraco suficientemente grande para acomodar os dejetos. Separar a terra retirada, para tampar novamente o buraco. Fazer as necessidades dentro do buraco. Usar o papel higiênico e jogar dentro de uma sacolinha própria de lixo. Fechar o buraco com a terra retirada. Levar a sacolinha com o papel higiênico usado para a cidade e depois, descartar no lixo adequado.</p>
<p>Você quer saber, de boa mesmo, aqui na minha intimidade, o que eu faço numa hora dessas? Caio fora da trilha. É tão mais simples.</p>
<div id="attachment_1098" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://amontanha.com.br/admin/wp-content/uploads/2011/12/DSC00698.jpg"><img src="http://amontanha.com.br/admin/wp-content/uploads/2011/12/DSC00698.jpg" alt="Serra dos Órgãos, Teresópolis-RJ." title="Serra dos Órgãos, Teresópolis-RJ." width="500" height="375" class="size-full wp-image-1098" /></a><p class="wp-caption-text">Serra dos Órgãos, Teresópolis-RJ. Um lugar tão belo como esse não merece sujeira.</p></div>
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		<title>Outras montanhas de Petrópolis</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Apr 2010 10:33:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Querido diário, eu queria te contar que voltei a perambular por Petrópolis e região, desta vez com o Natan e o Guto, a fim de continuar com aquele nosso plano maquiavélico de dominar todas as montanhas do Brasil. Ah, que vontade de soltar aquela minha risada sinistra&#8230; Além de pequenas montanhas que serviram mais pra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Querido diário, eu queria te contar que voltei a perambular por Petrópolis e região, desta vez com o Natan e o Guto, a fim de continuar com aquele nosso plano maquiavélico de dominar todas as montanhas do Brasil. Ah, que vontade de soltar aquela minha risada sinistra&#8230; Além de pequenas montanhas que serviram mais pra aclimatação e curtição de visual, como o Meu Castelo e a Pedra do Cortiço, fizemos belíssimas escaladas no Escalavrado e no Mãe DÁgua.</p>
<p>Apesar das novas montanhas e dos novos cumes, meu desempenho físico ficou muito abaixo do costumeiro, fique você sabendo. A canseira por dirigir por quase 900 km, durante 14 horas, somente na ida, cobrou o seu valor, somando a isso a alimentação precária e o calor elevado para os padrões de um curitibano. Não sou mais criança, não é? Tem horas que o corpo não suporta. Falando em corpo, essa minha cara de gringo fez com que uma moça me respondesse em espanhol, depois que a interpelei atrás de informações. Si, si, yo hablo español, muchacha de ojos tristes. Cômico foi ela descobrir que eu era brasileiro. Mas de todas as montanhas que fizemos, contando com o visual e o clima camarada, apesar de quente, o Escalavrado foi o mais legal.</p>
<p>Outro que sentiu a pegada foi o meu corsinha, que mesmo durão e valente, também não é mais um piá novinho. Esse aí começou a amarelar no retorno pra Curitiba. Precisou de guincho num trecho próximo a Resende e teve que voltar praticamente chapado pra casa. Sorte que agüentou chegar, pelo menos. De resto, levamos uma geral da polícia na passagem pelo Rio de Janeiro, partindo da idéia absolutamente correta que montanhista às vezes tem cara muito suspeita, e eu machuquei meu polegar direito fechando o porta-malas do carro. E excetuando Curitiba e Morretes, Petrópolis é uma cidade onde eu moraria, porque você pode atravessar a rua com o equipamento nas costas e na quadra seguinte sair guiando uma via de 300m. Abraços, diário, depois que a frente fria passar eu te conto outras novidades.</p>

<a href='http://amontanha.com.br/posts/outras-montanhas-de-petropolis/escalavrado/' title='Escalavrado'><img width="80" height="80" src="http://amontanha.com.br/admin/wp-content/uploads/2010/04/escalavrado-80x80.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="No cume do Escalavrado, Serra dos Órgãos. A montanha a esquerda é o Dedo de Deus." title="Escalavrado" /></a>
<a href='http://amontanha.com.br/posts/outras-montanhas-de-petropolis/mae-dagua-01/' title='Mãe DÁgua'><img width="80" height="80" src="http://amontanha.com.br/admin/wp-content/uploads/2010/04/mae-dagua-01-80x80.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="No cume do Mãe DÁgua, conjunto do Alcobaça, Petrópolis-RJ" title="Mãe DÁgua" /></a>
<a href='http://amontanha.com.br/posts/outras-montanhas-de-petropolis/mae-dagua-02/' title='Mãe DÁgua'><img width="80" height="80" src="http://amontanha.com.br/admin/wp-content/uploads/2010/04/mae-dagua-02-80x80.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Outra no cume do Mãe DÁgua, conjunto do Alcobaça, Petrópolis-RJ. Foto de Guto." title="Mãe DÁgua" /></a>

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		<title>Colecionador de histórias</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Sep 2009 01:10:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O montanhismo me proporcionou muitas alegrias, e também algumas tristezas, como a que eu estou sentindo hoje. Porém, mais do que simplesmente contabilizar montanhas e seus respectivos cumes, e por isso ficar triste ou alegre, eu sou um colecionador de histórias. -x-x-x- Sempre soube que era difícil conviver com alguém igual a mim. Pois durante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O montanhismo me proporcionou muitas alegrias, e também algumas tristezas, como a que eu estou sentindo hoje. Porém, mais do que simplesmente contabilizar montanhas e seus respectivos cumes, e por isso ficar triste ou alegre, eu sou um colecionador de histórias.</p>
<p>-x-x-x-</p>
<p>Sempre soube que era difícil conviver com alguém igual a mim. Pois durante a última expedição, eis que tive ao meu lado um cara exatamente assim: ranzinza e chato como eu. Mas mesmo com estas características, o tal elemento foi a melhor companhia que eu poderia ter tido. Pelo porre de vinho que tomamos num quarto vagabundo de hotel, pelas caminhadas aflitas, pelos discos de música argentina, pelas cebolas fritas em óleo de sardinha, por todas as montanhas que fizemos, pelas paisagens agrestes e azuis que alucinaram nossas mentes, pelo o que gostaríamos de termos feito e pelo o que realmente fizemos: meus sinceros abraços ao Alisson Contrim.</p>
<p>-x-x-x-</p>
<p>Especial abraço também para meu companheiro de Amazônia, o Isaías. Uma figura realmente simpática e hospitaleira, que cedeu um quarto de sua casa para que eu e o Alisson pudéssemos passar 3 dias em Nova Friburgo. Isaías, as montanhas da Terra das Araucárias estão aí, a sua espera.</p>
<p>-x-x-x-</p>
<p>A viagem não é só física; é mental e espiritual. Subi montanhas, reencontrei amigos novos e outros antigos, tomei doce, ganhei um bicho de pé e um espinho na mão.</p>
<p>-x-x-x-</p>
<p>Abraços aos últimos montanhistas que por aqui deram as caras: <a href="http://transpirando.com/">Rodrigo Stulzer</a>, <a href="http://www.minhascertezasincertas.blogspot.com/">Alessandra</a>, <a href="http://picasaweb.google.com.br/FabiulaPuglia">Fabiula</a>, <a href="http://altamontanha.com">Hilton</a>, Padre, Leila, George Silva e Angela Bolivia.</p>

<a href='http://amontanha.com.br/posts/colecionador-de-historias/itatiaia-01/' title='Morro do Couto.'><img width="80" height="80" src="http://amontanha.com.br/admin/wp-content/uploads/2009/09/itatiaia-01-80x80.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Alisson no Morro do Couto." title="Morro do Couto." /></a>
<a href='http://amontanha.com.br/posts/colecionador-de-historias/itatiaia-02/' title='Campo Base, Itatiaia.'><img width="80" height="80" src="http://amontanha.com.br/admin/wp-content/uploads/2009/09/itatiaia-02-80x80.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Campo Base, Itatiaia." title="Campo Base, Itatiaia." /></a>
<a href='http://amontanha.com.br/posts/colecionador-de-historias/petropolis-01/' title='Escalada Petrópolis'><img width="80" height="80" src="http://amontanha.com.br/admin/wp-content/uploads/2009/09/petropolis-01-80x80.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Escalada Petrópolis" title="Escalada Petrópolis" /></a>
<a href='http://amontanha.com.br/posts/colecionador-de-historias/petropolis-02/' title='Petrópolis'><img width="80" height="80" src="http://amontanha.com.br/admin/wp-content/uploads/2009/09/petropolis-02-80x80.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Alisson caminhando em direção às nuvens." title="Petrópolis" /></a>
<a href='http://amontanha.com.br/posts/colecionador-de-historias/petropolis-03/' title='Petrópolis'><img width="80" height="80" src="http://amontanha.com.br/admin/wp-content/uploads/2009/09/petropolis-03-80x80.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Dando uma folga pro miojo com tang." title="Petrópolis" /></a>
<a href='http://amontanha.com.br/posts/colecionador-de-historias/tres-picos-02/' title='Três Picos'><img width="80" height="80" src="http://amontanha.com.br/admin/wp-content/uploads/2009/09/tres-picos-02-80x80.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Isaías e Alisson admirando a paisagem." title="Três Picos" /></a>
<a href='http://amontanha.com.br/posts/colecionador-de-historias/tres-picos-01/' title='Três Picos'><img width="80" height="80" src="http://amontanha.com.br/admin/wp-content/uploads/2009/09/tres-picos-01-80x80.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Eu quero uma casa no campo, onde eu possa compor muitos rocks rurais." title="Três Picos" /></a>

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