Tudo sobre o Pico Paraná

O Pico Paraná é a maior montanha do Brasil meridional, com exatos 1.877,32m, de acordo com a última medição oficial. O PP, abreviatura pela qual também é conhecido, é uma montanha ícone para os montanhistas paranaenses, hoje freqüentada por dezenas, às vezes centenas de pessoas em cada final de semana. Está localizado na porção central da Serra do Ibitiraquire, e de seu cume se avista toda a serra na qual está inserido, além das adjacentes, sem contar trechos do litoral, de Curitiba e das demais cidades do primeiro planalto paranaense.

Pico Paraná

Pico Paraná visto do Taipabuçu

Pois bem, antes de continuar com este artigo, cujo título dá a entender que será exposto realmente tudo sobre o Pico Paraná, eu pergunto:

Você sabe como se comportar em região de montanha e de proteção ambiental?

Como lá na Fazenda Pico Paraná é dado nenhum tipo de orientação ao visitante, eu usarei deste canal para a tarefa. Digamos que é o mínimo que eu posso fazer, já que tenho um site de montanhismo. Não é nenhum favor. E digo mais: o que segue abaixo vale para qualquer montanha, inclusive para os também muito freqüentados Caratuva e Itapiroca.

Então vamos por partes. Pico Paraná é uma montanha da Serra do Ibitiraquire. Caratuva e Itapiroca são duas montanhas próximas, no caminho de quem vai para o Pico Paraná. Getúlio é um morro cuja passagem é obrigatória para acessar qualquer uma das três montanhas citadas. Dito isto, continuemos.

Pico Paraná

Pico Paraná visto do Itapiroca

Primeiro, amigo turista ou montanhista experiente, atente para o fato de que é importante não sobrecarregar a trilha. Evite acampar em um número grande de pessoas, pois quanto mais gente acampada, maior o número de barracas, maior o espaço necessário na região da trilha, maior a devastação. Eu diria, e essa é uma opinião minha, que 6 é um número que não deve ser ultrapassado. Já presenciei clube de escoteiros ou desbravadores levando todos os seus sócios para acampar no Pico Paraná, coisa de 40 ou 50 pessoas, como se aquilo ali fosse um camping de recreação ou campo de provas. Ensinam a fazer fogueira com gravetos, mas não ensinam técnicas de mínimo impacto?

Segundo, já que toquei no assunto: Em hipótese alguma faça uma fogueira. Para cozinhar seu alimento, use um fogareiro. Para se aquecer do quase sempre presente frio, use roupas adequadas. Em 2007 houve um grande incêndio na região, mais especificamente para os lados do Getúlio e do Caratuva, que segundo consta foi causado por pessoas sem noção alguma, que fizeram uma fogueira e a coisa saiu do controle. Se você não possui fogareiro, nem desenvoltura para cozinhar sua comida usando um fogareiro num ambiente difícil, cheio de vento, com insetos saltando em sua panela, sugiro comprar um e aprender a usar antes. Ou nem ir pra lá.

Terceiro, mas não menos importante. Não deixe lixo. Não digo na trilha, digo em qualquer lugar. E me refiro a qualquer tipo de lixo. Por favor, é sério. Se você tiver que cagar, saia da trilha, se afaste dos cursos de água, e tente cagar num buraco feito na hora. Enterre o papel higiênico junto. Nada mais desagradável do que caminhar na trilha e sentir aquele leve odor fecal empestando o ambiente, ou encontrar aqueles restos de papel higiênico usado jogados ao léu. Se for dispensar cascas de fruta, sementes ou ossos, tenha a fineza de jogar longe. É de uma porquice sem tamanho deixar esse tipo de resíduo largado no cume ou na trilha. E jamais, de maneira alguma, deixe outros tipos de lixo. Papel de bala, sacos plásticos, tampinhas de garrafa, bitucas de cigarro; nada disso deve ficar por lá. Acostume-se a sempre levar um saquinho de plástico com a finalidade de reunir o seu lixo, para depois dar um fim adequado na cidade.

Quarto, e agora é uma reunião de várias coisas. É óbvio que você não deve caçar ou colher plantas. Mesmo que você tenha visto no Discovery Channel aquele carinha matando bicho pra comer, é PROIBIDO fazer isso na região do Pico Paraná, assim como também é PROIBIDO fazer fogueiras. Lembre-se que esta área é de preservação ambiental permanente, um parque estadual que ainda está só no papel. Evite barulheira desnecessária, pois você não está num estádio de futebol, muito menos nesses shows sertanejos da moda. Respeite os outros visitantes, que provavelmente estão ali buscando o mesmo que você. Não piche, não risque. Não abra atalhos, use o caminho estabelecido. Tenha consciência de seus limites e da sua ignorância. Procure ir com quem conhece bem o meio.

Se você perceber alguma pessoa desrespeitando qualquer uma das observações acima, repreenda e denuncie. Ligue pra Polícia Ambiental, fotografe o incidente, avise alguém na Fazenda Pico Paraná.

-x-x-x-x-x-

Agora falemos sobre o Pico Paraná propriamente dito. O que acho importante saber:

1. O Pico Paraná é uma montanha, e como tal, está sujeito a variações atmosféricas que podem surpreender o turista ou o montanhista desatento. Fique alerta. Você não está no Everest, mas também não está passeando no Parque Barigüi.

Pico Paraná

Pico Paraná visto do Tucum

2. É cobrado um pedágio para atravessar a Fazenda Pico Paraná. O preço é de R$10 por pessoa, das 6h às 20h. Fora deste horário o valor sobe para R$15. Há refrigerante e cerveja, que são vendidos a R$2 a unidade. Para estacionar o carro não há cobrança de taxas.

3. A trilha é toda sinalizada, inclusive com algumas placas nos cruzamentos importantes. Mas isso não significa que eu esteja incentivando quem nunca foi para o Pico Paraná, a tentar fazer isso por conta. É muito importante ir com quem conhece, exceto se você tiver desenvoltura no montanhismo. Os pontos de referência até o cume são: início da trilha, Pedra do Grito, lago morto à esquerda, cume do Getúlio, cruzo para a trilha do Caratuva à esquerda, bica, cruzo para a trilha do Itapiroca à direita, primeira visão do Pico Paraná, abrigo 01, descida e subida da crista, abrigo 02, abrigo 03, e finalmente a pedra do cume.

Pico Paraná

Pico Paraná visto do Abrigo 02

4. Água tem no início da trilha, ainda na fazenda. O próximo ponto fica depois do Getúlio, na bica entre o Caratuva e o Itapiroca. Após passar o cruzo para a trilha do Itapiroca, há mais dois riozinhos antes de chegar no abrigo 01. Lá é possível colher água também. Depois destes pontos, apenas no abrigo 02, próximo à Casa de Pedra, pegando uma trilha que sai por trás.

5. Acampamento você pode fazer na própria Fazenda Pico Paraná. Lá existe um grande camping pra isso. Depois de iniciada a jornada, existem os pontos antes da Pedra do Grito ou ao lado do lago morto. Logo após passar o cume do Getúlio também existe espaço para umas 4 barracas. Depois, apenas no abrigo 01, para talvez 5 ou 6 barracas; no abrigo 02, para 6 ou 7; no abrigo 03, para umas 2; e finalmente no cume, para 3 barracas. Recomendo acampar no abrigo 02, que é o local com mais espaço e o que melhor acomoda as barracas, sem contar que o visual é belíssimo. No abrigo 01 também é interessante. Não recomendo acampar antes do Getúlio, porque é cedo demais pra parar; nem no cume, pra evitar degradação e porque não é lá muito seguro em caso de tempestades.

Acampamento Itapiroca

Acampamento no Itapiroca, com vista para o Pico Paraná

6. Leva-se em torno de 6 horas para subir o Pico Paraná de mochila cargueira, ou melhor, para chegar até o Abrigo 02. Evidente que este tempo pode variar, de acordo com a condição física da pessoa. Mas o tempo é geralmente por aí. Planeje sua empreitada para não ser surpreendido pela noite.

7. Para chegar até a Fazenda Pico Paraná, pegue a BR116 em direção a São Paulo. Depois de passar o Posto Tio Doca, à esquerda, siga mais uns 2km até avistar uma placa indicando a entrada, que fica exatamente antes da ponte sobre o Rio Tucum. Atenção neste ponto, pois como disse, a entrada fica na cabeceira da ponte, e é meio difícil perceber isso, exceto quando já se está em cima dela. Depois, siga pela estrada de terra por uns 7km, sempre seguindo as placas da Fazenda Pico Paraná ou da Fazenda Rio das Pedras. Há um pedágio na BR116 entre Curitiba e o Pico Paraná, que atualmente custa R$1,70. É possível ir de ônibus também. A passagem é vendida pela Princesa dos Campos. O destino é Terra Boa, e custa em torno de R$12.

Esquema Pico Paraná

Esquema Pico Paraná

8. O telefone do Dilson, responsável pela administração da Fazenda Pico Paraná é 41-9906-5574. Este artigo foi atualizado em 31/01/2011.

-x-x-x-x-x-

Se por ventura você tiver alguma outra dúvida que eu possa responder, use o espaço de comentários abaixo. Mas leia o que já foi perguntado e respondido, inclusive no texto acima, pra não termos conteúdo repetido. De tempos em tempos irei atualizar o texto, assim como os valores. Obrigado.

Pico Paranáq

Pico Paraná visto do Cerro Verde

129 Comments

  • As dicas que voce deu sao de grande utilidade.
    Valeu

  • Adorei o artigo. Vai me ajudar bastante.
    Outro detalhe que podia ser incluído é como voltar da fazenda pra Curitiba, ja que o único lugar onde obtive essa informação foi no guichê da rodoviária de Curitiba.

  • Pretendemos ir para o PP este mês, o artigo é muito bom, passa algumas dicas bem importantes para turista e montanhistas de “primeira viagem”, como nós.

  • Excelente artigo!!!
    Já fui uma vez para o PP e este mês estou programando outra empreitada.

    Abs

    Alan

  • Muito boa as dicas valeu mesmo, eu e mais alguns amigos estamos programando já faz um bom tempo para subirmos o P.P se o tempo continuar como está dia 28/05/11 estaremos ai no P.P …

    Abraço á todos

  • Mto bonitas as fotos, estão de parabéns! Só uma pequena observação, ali não é o PP visto do abrigo 2, o Pico Paraná não pode ser visto do abrigo 2, pois está mto no alto e pra trás, aquela ali é a última crista q parece mas não é o PP ;D

    • Ah, Spider-Neo, tecnicamente estou certo, pois me refiro à montanha, não ao cume. Mas ponto pra você, que passou pelo texto prestando atenção a tudo. Grande abraço e passe mais vezes por aqui. Té!

  • Ola Vinicius.

    Parabens pelo seu site e suas dicas, mas tenho umas duvidas: Qual melhor epoca do ano para subir o PP ? Consigo fazer o percurso de ida e volta em um unico dia visto que estou em forma para camihadas de longa duracao ?
    Desde ja agradeco.
    Fabricio.

    • Fala Fabrício, valeu o toque aí! A melhor época é no inverno, quando os dias são mais secos e firmes, o céu é mais azul e a temperatura é mais amena. E sim, se você já se sente apto a praticar atividade física durante 6 ou 8 horas, dá pra fazer de ataque. Lembrando que subir o PP não é igual caminhada; o terreno é acidentado, há trechos expostos e você ficará a mercê do clima da montanha. Fora isso, é só tocar pra cima. Grande abraço, apareça mais vezes por aqui!

  • parabes e odrigado o artigo é muito legal e me ajuda a fazer as minhas lisoes de casa sodre as montanhas mais altas do brasil.

  • João Gustavo

    Parabéns Vinicius!

    Seria bacana incluir informações sobre as trilhas também em direção aos outros cumes.

    Num ritmo médio, qual seria o tempo de caminhada para o Itapiroca e para o Caratuva, é boa a sinalização para estes outros pontos?

    Abraços

    • Valeu João! Vou providenciar esta atualização. E já adiantando, pro dois cumes, saindo do Dilson, dá pra fazer em 2 horas sossegado.

    • Parabéns pelo texto, muito bem escrito, resumido e objetivo!
      Como o João Gustavo comentou, eu também gostaria de detalhes das outras trilhas (Itapiroca e Caratuva), Ou ateh mesmo gostaria de trocar alguns emails com vc, tenho em mente um percurso e quero ver se vc recomenda.

      Forte Abraço.

  • Camila Fogaça

    Muito bom mesmo as dicas para quem quer encarar o P.P. Fui no feirado do Corpus Christi,junho deste ano, experiência maravilhosa, mas o tal do “impacto mínimo” é o que precisa ter mais valor na cabeça das pessoas, por isso gostei demais do seu artigo, totalmente de acordo com o que você escreveu. Agora dia 29/12/11 em mais uma aventura ao P.P feliz da vida por terminar o ano bem e iniciar o ano novo cheia de boas vibrações!!!
    Confira matéria da aventura de Junho no site da gazeta do povo : http://www.gazetadopovo.com.br/turismo/conteudo.phtml?id=1169457

  • Camila Fogaça

    Muito bom mesmo as dicas para quem quer encarar o P.P. Fui no feriado do Corpus Christi,junho deste ano, experiência maravilhosa, mas o tal do “impacto mínimo” é o que precisa ter mais valor na cabeça das pessoas, por isso gostei demais do seu artigo, totalmente de acordo com o que você escreveu. Agora dia 29/12/11 em mais uma aventura ao P.P feliz da vida por terminar o ano bem e iniciar o ano novo cheia de boas vibrações!!!
    Confira matéria da aventura de Junho no site da gazeta do povo : http://www.gazetadopovo.com.br/turismo/conteudo.phtml?id=1169457

  • .

    Desculpe Vinícius, mas ou você está de má-fé, ou precisa se informar melhor sobre o trabalho que é realizado na fazenda.

    No início da matéria está escrito: “Como lá na Fazenda Pico Paraná é dado nenhum tipo de orientação ao visitante,…”.

    Não quero tomar o nobre espaço do teu site com informações que você já conhece, ou ao menos deveria conhecer, visto que você já foi frequentador assíduo da fazenda!

    Só vou relembra-lo que no início da trilha, que dá acesso às montanhas, existe uma placa com várias orientações para os visitantes. Algumas, inclusive, são as mesmas que você escreveu nesta matéria…

    .

    • Oi Dilson, tudo bem? Nós nos conhecemos a bastante tempo pra você saber que não, eu não estou de má-fé. Se eu preciso me informar melhor, ok, pode até ser o caso, mas eu tenho evidências que você não trata o assunto de mínimo impacto da maneira como deveria. Essa é minha conclusão, e você não precisa concordar com ela. A sua abordagem com os visitantes é a do custo, basicamente. Ou o peão paga $10 ou paga $15. E aquela sua placa, sinceramente, não educa ninguém. Pelo contrário, é o exemplo oposto de como deveria ser uma placa de orientação. Esta deveria ser uma posição sua, a de ser insistente na orientação do visitante, entregando sacolas plásticas para trazerem o lixo de volta, dizendo pro cara não cagar na trilha e não montar acampamento fora das áreas demarcadas, etc.

      Sobre ter sido frequentador assíduo, acho isso uma pena. Eu gosto muito da região, mas fica inviável ter que desembolsar um valor tão alto apenas para passar por sua propriedade, o que tem me obrigado a buscar caminhos alternativos ou frequentar outras bandas.

      No mais, acredite que o meu texto não teve intenção de te atacar ou algo parecido. É apenas uma constatação, que por sinal, não é só minha. Ou está todo mundo errado, e você certo. Enfim. O fato é que estou fazendo a minha parte com todos aqueles que buscam informações sobre o PP.

      Abraços.

  • Roberto Schlagenhaufer

    Bom dia.
    Ontem dia 02/02/2012, estive la na fazenda do Pico Paraná, ontem fui apenas subir o morro do Getúlio, com meus 2 filhos, Nikolas 10 anos e Gabriel 6 anos e um colega deles Matheus 16 anos.
    Muito caro, muita grana, a taxa de 10,00 reais por pessoa, R$40,00 para somente passar pela porteira. Para onde vai a grana toda de um final de semana com centenas de pessoas?
    Fácil ficar falando do banheiro, da ducha, da area de camping ali…….. e quem não utilizar????? como eu ontem.
    O PP é uma área ambiental?
    O PP é um parque estadual? com Infra-estrutura??
    O PP é uma propriedade privada?? fechada para todos?
    Estive a primeira vez no cume do PP 15/09/85, foram muitas muitas caminhadas na estrada………desde então….

    • Oi Roberto! Pois é, o Pico Paraná está em área de parque, embora ainda apenas no papel. Pra piorar, o acesso à região é dificultado pelas fazendas ao redor. No caso do Fazendo Pico Paraná, pelo valor abusivo cobrado pelo pedágio. Quanto ao que é feito com o dinheiro, neste caso o problema é apenas do dono, haja vista ser propriedade particular. Repito que considero o valor abusivo; ou seja, não concordo com ele. Uma das soluções é procurar caminhos alternativos. Outra, é seguir para montanhas onde os proprietários não esperem ficar ricos cobrando pedágio. Grande abraço. Espero que a extorsão não te desanime a subir nossas montanhas.

  • Eduardo Shiba

    Foi a algum tempo atrás, meados da década de 80, qdo comecei a frequentar o PP, existia uma trilha bem mal conservada que ligava a BR até a Fazenda. Nesta época não existia Dilson, nem essas cobranças,apenas pedíamos licença a uma família que morava no terreno e passavamos.

    Existiam sim tres barracos na área, uma era a casa sede abandonada, a outra onde residia a família e a última que servia ao mesmo tempo como banheiro e lixeira.

    Em pouco tempo essa família começou a cobrar para “guardar” os carros durante nossa subida, e o preço era algo equivalente ao que os guardadores de carro de Curitiba cobram nas nossas ruas. Os carros ficavam largados na estrada em segurança duvidosa, se precisássemos de banheiro íamos para o mato ou encarava a “casinha”, banho só no rio.

    O Dilson apareceu e estruturou a Fazenda, e com o tempo tivemos, nós montanhistas, muitas benfeitorias. Hoje temos estacionamento seguro, banheiros limpos, chuveiro quente, iluminação, área gramada para camping, camas se necessário, cozinha se necessário, acesso limpo e fácil para o rio e cachoeira, lixeiras organizadas, manutenção da ponte, manutenção da estrada, orientação, cadastro e controle dos visitantes.

    Tanto que agora eu recomendo o local não só para montanhistas, e sim para famílias que queiram passar uns dias em local agradável, tranquilo, em camping, ou usufruindo do rio e da cachoeira, fazer churrascadas ou piqueniques e com uma infra-estrutura disponível…E a PREÇO JUSTO pelo grau de benfeitorias feitas no local.

    Discordo totalmente das opiniões de quem considera 10 ou 15 reais algo abusivo ou exploratório, acho sim um preço bem JUSTO pela estrutura e serviços oferecidos.

    Agora só lamento por aqueles que confundem, ou pior, procuram confundir as pessoas com o Parque Estadual do Pico do Paraná com a Fazenda Pico do Paraná. O Parque no papel, isto é, as trilhas, as vias de acesso, os grampos, as correntes, a sinalização, a limpeza são obrigação do estado, mas todos sabemos que são os próprios montanhistas que cuidam disso. Enquanto que a Fazenda, é uma propriedade particular, com fins lucrativos, onde foram investidos capital e tempo para montar uma estrutura para segurança e bem-estar de montanhistas e visitantes que podem visitar o Parque e usufruir da Fazenda.

    Existem outros pontos de acesso ao Parque, com preços menores, mas nenhum com tanta facilidade de acesso, segurança, estrutura e orientação que a Fazenda oferece.E eu até coloco em dúvida, pessoas que se dizem montanhistas sérios, que ignoram, ou pior, induzem outros a ignorar esses fatores de extrema importancia para que possamos ter uma caminhada tranquila, sem preocupações e com a maior segurança possível, por causa de 10 ou 15 reais!!!

    Por isso agradeço e parabenizo o Dilson pelo trabalho que tem feito para que os montanhistas possam melhor usufruir do Parque do Pico do Paraná e a Serra do Ibitiraquire.

    • Concordo com o Eduardo. Pagar 25 reais para assistir um filme no cinema pode, agora pagar 15 reais para ir a montanha não? Vai ver quanto é a entrada no parque da serra do orgãos no Rio? Ou qualquer parque no chile? 15 reais é barato!

  • Eduardo Shiba

    Ahhhhh… Essa aqui é uma estorinha FICTÍCIA!! Só para refletir, pois por incrível que pareça tem gente que é assim…

    Semana passada fui ao cinema no shopping…Estavam eu, minha filha e dois sobrinhos…

    Nossa, o ingresso era 15 reais por 2 horas de filme, achei um valor ABUSIVO e EXPLORATÓRIO! Mas as crianças queriam ver o filme e então paguei, afinal não se reclama de preço de cinema né? Apesar de ter saído 60 reais sem contar a pipoca, o refrigerante mais o estacionamento.

    E até entendo que existam pessoas que não possuem condições de frequentar o cinema, se eu fosse assim teria levado as crianças para o Barigui, mas graças ao meu trabalho eu posso pagar 15 reais por pessoa para o cinema!

    Então adentramos ao cinema, mas como já sabíamos o final então saímos meia hora antes, e daí não suportei essa situação ABUSIVA e fui reclamar na gerencia, pois eu exigi um desconto, afinal estávamos em quatro, saímos antes de terminar o filme, não deixei ninguem usar o banheiro assim como não deixei ninguém sentar nas poltronas e recusamos os óculos 3D!!! Estava claro que era uma situação ABUSIVA e EXPLORATÓRIA, e paguei mas não concordo com a administração do cinema.

    E eles me deram algum desconto? – NÃO!!!

    E se eu voltar lá , ganhei até um apelido carinhoso! – ######!!!

    Agora eu procuro cinemas alternativos, pois essa extorsão não vai me desanimar a ver meus filmes!!! Achei dois cinemas perto da praça Tiradentes, levarei minhas crianças lá na próxima semana!!!

    • Grande Shiba, há tempos, não? Acho que a última vez que você apareceu aqui no blog foi lá por 2007… Então é um privilégio ler sua opinião novamente.

      Eu achei sua argumentação muito boa, tanto a primeira parte, que fala da infra-estrutura da fazenda, como a segunda, da analogia com o cinema. Eu vou fazer mais uma reflexão sobre o assunto, agora acrescentando o que você comentou, e responder num post separado, porque provavelmente a resposta ficará grande demais para ser apenas um comentário.

      De qualquer forma, obrigado pela contribuição. Apareça mais vezes. Abraços!!

  • Parabéns Vinícius! Show de bola o blog, o post e alguns dos comentários (especialmente os últimos acima, do Shiba). Frequento a região da Serra do Ibitiraquire desde 1994 e é incrível a degradação ambiental notada nestes 18 anos. Mínimo impacto, portanto, é obrigação nossa para conosco e para com as gerações seguintes.
    Bons ventos montanhosos prá ti! Abraço!

    • Certeza Getulio. A gente que não começou ontem e já frequenta estas montanhas há anos, percebe a diferença do que era para o que está. Vamos fazendo nossa parte. Grande abraço e apareça mais vezes.

  • Parabéns pelo site, ótimas e inteligente informações.
    Gostaria apenas de comentar a polêmica sobre a Fazenda Pico Paraná e o Dílson.
    Para qualquer morro que você for, terá que pagar para deixar o carro, no mínimo.De todos lugares que conheço, nas serras do entorno de Curitiba o Dílson tem a melhor estrutura de apoio, e vale o que cobra. Poderia eu enumerar “n” morros em que se paga 10,00 (um exemplo: Araçatuba) somente para deixar o carro, e nenhuma orientação ou educação é realizada nem existe estrutura. E a estrutura dele faz diferença.
    E outra: se não houvesse esta taxa e este controle, a degradação estaria muito maior. Infelizmente, de alguma maneira deve haver esta peneira. E lembremos que o poder público está nem aí para o PP, Marumbi e qualquer outra montanha. Quem frequenta sabe o que virou o Canal e o Anhangava, por exemplo. Daqui uns dias vão colocar um teleférico. O IAP ou qualquer outro órgão ambiental não quer nem tomar conhecimento se sobem 10, mil ou dez mil e nem quem são as pessoas que sobem…
    Acho que levantam polêmica com o Dílson por vontade de estar no lugar dele, não sei…
    Em tempo: não sou amigo do Dílson e nem fui muitas vezes para lá. Mas pago com gosto, lá e em todos os outros lugares que vou. Já outras pessoas pagam 15,00 ou mais de consumação no barzinho da moda… mas reclamam – por ignorância ou pobreza de espírito -de pagar uma taxa – justa – deste tipo.
    Concordo que os visitantes poderiam ser melhor orientados; o que tem de gente despreparada que acha que tudo é fácil e pertinho… Talvez um folheto ou placas com informações incisivas seriam úteis.,
    Para finalizar, acho que podemos contribuir conversando e sugerindo.
    Saudações!

    • Olá Romani, muito obrigado pelo comentário. Fico feliz que tenha gostado do site.

      Sobre a polêmica, reforço que não há nada do tipo. Não tenho nada contra o Dilson, pessoa pela qual até nutro alguma simpatia.

      Sobre a estrutura, permita-me discordar. Não devemos confundir estrutura com espaço, o que na Fazenda Pico Paraná tem de sobra. Estrutura pra mim é o que é oferecido no Morro do Canal. Veja mais no artigo comentando sobre os pedágios: http://amontanha.com.br/posts/pedagio-da-montanha/

      Sobre alguém querer estar no lugar do Dilson, sou honesto em afirmar que não, não tenho a menor intenção :-) Mas eu gostaria muito de ter uma fazenda como aquela.

      Sobre pagar ou não, ser justo ou não, é óbvio que cada um tem o seu ponto de vista. Turistas que vão eventualmente pra montanha não sentem no bolso pagar $15 toda a vez que cruzam uma fazenda. Já montanhistas que estão frequentemente na montanha, e que não usufruem da tão propagada infraestrutura, estão sendo lesados por valores abusivos cobrados no pedágio.

      Por fim, concordo contigo Romani, conversando e sugerindo todos nós podemos contribuir.

      Espero encontrá-lo outras vezes aqui no blog. Abraços,

      • Valeu Vinicius,estarei sim por aí. Você tem informações muito importantes
        sobre a nossa paixão em comum, a Montanha.
        E em uma coisa vamos concordar: o lambari frito do Seu Zezinho “mata a pau”.
        Abraço

  • Excelente post (e comentários :D)!

  • Marcus Augusto

    Fala Vinícius! Tudo certo irmão? Sou de Joinville-SC e cara, sou fascinado por natureza, serras, montanhas, e quem não é né? hehehe. Bom a parada é o seguinte, já subi o Monte Crista situado em Garuva-SC (conhece?) por 5 oportunidades e estava pensando em aumentar um pouco o grau de dificuldade, portanto tenho algumas dúvidas sobre esse novo desafio, o de subir o Pico do Paraná.
    1. Sabe se o grau de dificuldade é muito maior que o de subir o Monte Crista? Ou sabe de relatos?
    2. Você fala que é melhor ficar acampado no abrigo 02. Quanto tempo demora do pé até o abrigo 02? E quanto tempo demora do abrigo 02 até o cume para tirar umas fotos? (claro que uma média)
    3. Tem pessoas que podem fazer o trabalho de guia? E quanto eles cobrariam?
    Também achei maneiro seu blog e todas as informações contidas nele. Parabens pelo trabalho. Aguardo a resposta. Fica com Deus e abraço!

    • Fala Marcus, tudo beleza? Compartilhamos o sentimento pela montanha, piazão. Respondendo suas perguntas:

      1. Interessante. Acredito que o PP exige mais, especialmente por se tratar de um terreno bem irregular, com escarpas, trechos de escalaminhada, essas coisas. O Crista me lembra algo longo, mas nada muito abrupto. Sem contar que há a diferença de quase 1000m de altitude entre eles.

      2. Da base ao Abrigo 2, de ataque, faz em 3 horas. De cargueira, o dobro. Do Abrigo 2 até o cume, dá pra fazer em 1 hora.

      3. É provável que tenha. Sugiro contatar o Dilson, proprietário da fazenda, para verificar.

      Que bom que gostou do blog. Precisando de algo, entre em contato. Grande abraço!

  • Olá meu caro!
    Eu e um grupo de amigos, inexperientes (porém não ‘zé roelas’, que fique claro hehe), iremos escalar o Pico do Paraná muito em breve.
    Inexperientes em escalada, será o nosso primeiro, de muitos desafios, pois tenho certeza que nos apaixonaremos pela arte e passaremos a explorar mais montanhas.
    Devorei todas as informações aqui contidas, e gostaria de extorquir mais uma de você. Fizemos uma lista de coisas para levar (um grupo de 4 a 6 pessoas), mas tenho receio de estar esquecendo alguma coisa importante (obs: vamos subir num dia e descer no outro).
    Teria como fazer uma lista minuciosamente analisada de alimentos (liquidos e solidos mais adequados), quantidade pra cada um, roupas, cobertas, e acessórios importantes (faca, máquina, medicamentos, primeiros socorros)e etc ?
    E se alguém tiver alguma curiosidade para nos passar, de algo que esqueceu e só sentiu falta láá em cima, e o que fez pra se virar, adoraríamos ler.
    Agradeço muito se mandasse TAMBÉM no meu e-mail tais informações, para visualização mais rápida!
    Desde já nosso agradecimento, e que Deus te abençoe muito.
    Pedro

    • Olá Pedro. Fazer uma “lista minuciosamente analisada de alimentos” é coisa demais, não? :-) Fica de idéia para um outro texto.

      Bem, leve comida de preparo rápido. Evite enlatados. Saiba usar um fogareiro e não faça fogueira. Use uma roupa para caminhar, outra pra dormir. Se você esta levando coberta, é porque seu saco de dormir não é sério. Faca quase nunca é necessário. Primeiros socorros e medicamentos, use o que é recomendado pelo seu médico. Boa sorte. Qualquer outra questão, entre em contato.

  • Olá,

    Que saco de dormir é aconselhado? Minha preocupação é com a temperatura. Qual a sensação térmica em uma temperatura ambiente de 10ºc?

    Obrigado.

    • Eu penso que o saco de dormir depende de sua resistência e tolerância ao frio. No inverno, um que te dê conforme na faixa de 0 a 10 graus, provavelmente servirá. Quanto a sensação térmica, sem vento nem nada, é a mesma do ambiente. Com vento e chuva, por exemplo, cai bastante. Sugiro procurar no google uma tabela detalhada que explique o cálculo da sensação térmica com estes elementos que citei. Abraços.

  • Angelo Henrique Andreatta

    Olá Vinícius,

    Parabéns pelo post, muito útil, principalmente aos iniciantes.
    Pretendo conhecer o PP e, se possível, ver o nascer do sol no cume. Considerando que o acampamento seja montado no abrigo 2, é possível ver a alvorada de lá? Do abrigo 2 até a pedra do cume, qual o grau de dificuldade para caminharmos à noite (madrugada) a fim de ver o nascer do sol de lá?
    Barracas simples aguentam o tranco em dias de tempo bom?

    Obrigado pelas dicas

    • Olá Angelo, obrigado! Quanto às perguntas:
      - Pra observar toda a trajetória do sol desde o horizonte, o abrigo 2 não é o mais indicado. Melhor o cume.
      - A dificuldade do 2 ao cume de madrugada é considerável se você não conhece o caminho. Melhor ir com alguém que conheça o local.
      - As barracas aguentam, exceto talvez pelo frio.

      Abraço!

  • Olá! Gostaria de saber se o Caratuva é uma boa opção para se fazer com meu filho,8 anos,já fizemos algumas trilhas juntos, inclusive o Caminho Itupava até a estação Marumby.
    Agradeço desde já a atenção e se possível nos enviar algum mapa do caminho.
    Muito Obrigado.

    • Olá Josemar. Penso que sim, é uma boa opção para seu filho. Quanto ao mapa do caminho, não tenho em mãos. Mas segue uma descrição: após passar o cume do Getúlio e descer em direção à “praça” antes da bica, pegue trilha a esquerda e desça até alcançar o rio. Depois suba margeando o rio que não tem erro. Se ficar em dúvida, vá com alguém que conheça bem o caminho. Atenção na volta.

  • Wilkerson Maçaneiro

    Parabéns pelo site, me sinto bem mais seguro agora
    Pretendo acampar na trilha e preciso de informações sobre os lugares onde acampar, você recomenda o abrigo 02 ou no abrigo 01, isso fica a quantas horas do começo da trilha e a quantas horas do cume? Nesses pontos possui banheiros e chuveiros? Em algum ponto da trilha possui? Existe algum mapa da trilha que eu possa levar? já que pretendo ir sem guia…
    Volto a te parabenizar pelo trabalho e frizar o quanto é importante ter pessoas passando essas informações sobre o lugar.

  • Olá !!!
    Eu e meus amigos estamos pensando em fazer uma viagem mochilão dentro do Paraná com algumas atrações, sem muitos gastos. Somos de Ponta Grossa e esse destino nos pareceu uma ótima opção.
    Como é nossa primeira vez, você acha que teríamos dificuldade ?
    Somos jovens, saudáveis e possuímos noções pra acampar.
    A pergunta é mais direcionada pra dificuldade pra subir, acho que pra nos orientarmos não teríamos problema…

    Desde já agradeço

    • Olá Lucas,

      É uma boa opção mesmo. Sugiro acrescentar o Marumbi na sua lista, acredito que irá gostar.

      Sobre dificuldade, estatisticamente sim, você vai encontrar alguma dificuldade. Lembre-se que além da orientação e saúde, ambos bem importantes, tem a questão do frio, da escalada em si, do preparo do alimento, etc. Mas vá em frente. Na dúvida, volte por onde veio. Cuidado com o mínimo impacto também.

  • Saudações a todos os amigos da natureza, estou indo para o PP amanhã,(pretendo subir quarta bem cedo e descer no mesmo dia) posto noticias assim que voltar, grande abraço a todos.

  • Boa tarde a todos, como havia postado anteriormente, subi ontem, 22 de agosto o P.P., fui de moto dia 21,terça-feira e pernoitei no camping da Fazenda Pico Paraná, fui muito bem recebido pela família do Sr. Dilson, nos mais de 30 anos que ando girando por ai em campings e florestas é a melhor estrutura que já vi, tudo muito limpo, tem até esponja pra lavar a louça, sabão líquido pra lavar as mãos, concordo que quem vai só pra subir a montanha a taxa de pedágio é caro, mas pra quem vai acampar também, vale a pena.
    Voltando ao Paraná, iniciei a trilha as 03:15 hs da manhã, para chegar mais cedo ao pico, aproveitar o frescor da madrugada e ver o nascer do sol, no litoral, o que por sinal é muito bonito, quando cheguei próximo do abrigo 1, ele estava começando a surgir um pouco à esquerda do camelo, cheguei ao cume 08:15 hs., o céu de brigadeiro, um pouco frio e com vento, a vista do litoral totalmente coberta por nuvens, mas, mesmo assim muito bonito, depois veio outro solitário como eu, o Curt, petroleiro de Araucária, fizemos amizade e retornamos juntos por uma grande parte do caminho.
    Achei a trilha feia e longa, a montanha em si é muito bonita, a escalada foi fácil, tanto para subir, quanto para descer, saímos as 12:00 hs. do cume, parei as 17;00hs. no Getúlio, para ver o por do sol e desci após até o acampamento, onde pernoitei novamente retornando a Curitiba dia 23 de agosto na parte da manhã.
    Vou voltar outras vezes para subir as outras montanhas da região, agradeço as dicas do Vinícius e informações obtidas em seu site, foram muito úteis pra realizar essa empreitada, obrigado e um grande abraço a todos.

  • Alberto Heitor Molinari

    Salve comunidade aMontanha. Grato pelas informações aqui disponíveis, gostaria de dar um rápido depoimento, levantar algumas questões essenciais e prestar uma valiosa informação.

    Estive no PP pela última vez no ano de 1993. Na época a gente tinha de deixar o Fuscão ao léu, entre a beira da estrada e o barranco, do lado de fora da fazenda, hoje homônima do pico.

    Depois de 20 anos, pretendo lá retornar com meus filhos pré-adolescentes. E fiquei satisfeito em saber que agora o carro pode ficar guardado do lado de dentro da fazenda e que há um custo na entrada, pois na falta de um controle governamental, creio que esta taxação pode ter algum efeito em sentido contrário a depredações e crimes, como vinha ocorrendo no Caminho do Itupava, antes da presença do IAP na entrada e na saída.

    Não compreendi a opinião, acima, do Demétrio de que “a trilha é feia”. A trilha ao PP, que para mim se apresentou mágica, perdeu os seus encantos ao longo de 2 décadas? Ou temos aí uma daquelas situações do tipo “a beleza está nos olhos de quem vê”?

    Seja o que for, isso serve para levantar algumas questões a esta afável comunidade (principalmente aos que estiveram recentemente por lá):
    1. Como está a sinalização da trilha? (naquela época era insuficiente, sendo fácil se perder)
    2. Como estão os equipamentos de escalada que havia na trilha para o ataque ao cume? (ouvi falar que vândalos arrancaram cordas e degraus essenciais para a escalada dos trechos mais íngremes!)

    Alguns amigos acima questionaram da existência de algum mapa. Informo que em http://www.rumos.net.br/rumos/rumo.asp?cdNot=85 há um excelente arquivo KML, o qual, quando carregado no Google Earth, mostra a trilha em detalhes para o PP, além do Caratuva e do Itapiroca.

    Abraço a todos e parabéns ao Vinícius por este excelente site.

    • Boa noite caro colega Alberto, na minha consideração, quis passar a idéia de que a trilha não é uma rua asfaltada, como no parque Barigui ou o Caminho do Itupava, mais sim um local com muitas raízes, pedras, declives e aclives onde as pessoas devem tomar um certo cuidado para não se machucar, grande abraço e uma boa escalada.

  • Show os comentários, estaqmos indo para lá este fim de semana, 22/09/2012, quando voltar contolhes como foi

    t+

  • Osvaldo Monteiro

    Primeiramente, parabenizo pelo excelente post, que assim como foi para mim, creio que foi muito esclarecedor para diversas outras pessoas que estão ingressando nesse esporte maravilhoso. Nunca estive em uma montanha anteriormente e mesmo sabendo da dificuldade, me apaixonei pelo pico paraná,e em consequência disso, pretendo levar algumas pessoas de 15 a 25 anos comigo. Você acredita que com paciência é acessível a qualquer pessoa a chegada ao cume? quanto aos degraus retirados oferecem alto grau de perigo para os inexperientes? E meus filhos de 15 anos podem sem membros do CRM? Qual o horário ideal para ver o nascer do sol no cume? Se possível indique outras montanhas aqui no paraná com menor nível de dificuldade. Grato.

  • Show de bola as suas indicações aqui!
    Estou querendo fazer algumas trips do estilo PP, mas não tenho cia e nem idéia de onde conseguir uma galera que queira fazer…pode me indicar alguma agência ou alguém que leve o pessoal pra lá? Pois como é preciso ter algum conhecimento do local ou ir com quem conheça e eu não tenho nenhuma das duas opções, preciso de uma luz de como fazer isso, porque já vi que sozinha não vai rolar…
    Aguardo um contato seu o mais breve pois estou louca pra ir, se popssível esse fds já!!!
    Beijos e parabéns pelo site!!

    • Parabéns pelo site!!
      Estive no PP no dia 31/12/12. O céus nos presentearam com tempo aberto por várias horas da noite!! Fiquei com muita vontade de explorar as trilhas da face leste do PP porém, por conhecer pouco fiquei nas trilhas convencionais. Pretendo voltar e desbravar belos corredores verdes de mata nativa da próxima vez!! Quem procura parcerias para uma roda de mate nos picos entre em contato comigo.

      Saudações !

  • eu morei no ano de 1975 no bairro alto interior de antonina pr e prestigiava muito essas joias da natureza que deus deixou inclusive estudei navila da coopel na epoca proxima a essas lindas montanhas que ate hoje nao me foge da memoria . tempinho bom que nao volta mais .saudades dos velhos amigos .colegas de aula ate me lembro de alguns deles como .marcio aurelio.emanuel fernandes.erica.eoutros .e da sipatica professora iara berrenice machado na epoca que hoje deve estar casada que se assina outro sobre nome .se voce for daquele tempo e se lembra de mim ou ate a dona iara como dizia eu naquela epoca entre em contato comigo pelo fone 0xx47 3644 66 99 falar com vilmar bona ou email vilarbona@hotmail.com a lembrando eu moro na cidade de rio negrinho sc

  • cleverson scalia martins

    Olá amigo parabéns pelo site bem elucidativo,se eu tivesse visto ele ou o proprio site da da Fazenda Pico do Paraná não teria andado 2 Km á toa com carga e descido no local certo hehehe apesar de ja ter ido algumas vezes pra lá tinha esquecido onde descia.Fui para lá passar 2 dias e quanto a estrutura acho que não deixa a desejar e o preço É MAIS QUE JUSTO levando em consideração a hospitalidade do SR. DILSON e a casa de apoio onde tomei um bom banho pude parar descansar,tomar um cerveja conversar sobre o caminho de uma forma que o Sr. dilson conheçe bem e saber qual era a melhor opção para subir naquele dia e foi dito em se falando de estrutura eu não me incomodo em pagar 10 reais para subir uma trilha que eu sei que nas partes mais escorregadias há degraus,além de ter um controle de chegada e previsão de saida no caso se o cara não descer naquele tempo lá vai uma equipe de socorro e isso tem quer ser LEMBRADO como ele mesmo frisa no seu site e pessoalmente “NÃO SUBA SEM LANTERNA”

  • cleverson scalia martins

    Olá amigo parabéns pelo site bem elucidativo,se eu tivesse visto ele ou o proprio site da da Fazenda Pico do Paraná não teria andado 2 Km á toa com carga e descido no local certo hehehe apesar de ja ter ido algumas vezes pra lá tinha esquecido onde descia.Fui para lá passar 2 dias e quanto a estrutura acho que não deixa a desejar e o preço É MAIS QUE JUSTO levando em consideração a hospitalidade do SR. DILSON e a casa de apoio onde tomei um bom banho pude parar descansar,tomar um cerveja conversar sobre o caminho de uma forma que o Sr. dilson conheçe bem e saber qual era a melhor opção para subir naquele dia e foi dito em se falando de estrutura eu não me incomodo em pagar 10 reais para subir uma trilha que eu sei que nas partes mais escorregadias há degraus,além de ter um controle de chegada e previsão de saida no caso se o cara não descer naquele tempo lá vai uma equipe de socorro e isso tem quer ser LEMBRADO como ele mesmo frisa no seu site e pessoalmente “NÃO SUBA SEM LANTERNA”. Bem eu fui a pé mas só a titulo de conhecimento o asfalto feito na parte mais dificil pro carro subir melhorou bastante.Como foi dito pelo nosso companheiro de aventura -J. Romani “Já outras pessoas pagam 15,00 ou mais de consumação no barzinho da moda… mas reclamam – por ignorância ou pobreza de espírito -de pagar uma taxa – justa” .Agora se ele quer ficar rico não sei, sei que se mudasse de idéia de ter uma fazenda voltada pro eco turismo e optasse por plantar pinus todos nós teriamos que aceitar.Eu presenciei NÃO muitas pessoas visitando a fazenda no dia que eu fui que era de festas onde muitas delas ligavam perguntando se a fazenda ia ficar aberta ou seja então o cara passa todos tempos de festas a esperar pelos montanhistas que não vão e deixa de ir ao seu proprio divertimento ou lazer e virtude daqueles que dizem que vão e não aparecem.Pense nisso,agora se tratando de degradação concordo que é preciso conscientização do pessoal não pisar fora da trilha,não abrir novas areas de camping e principalmente NÃO JOGAR LIXO NA TRILHA, tem muito “montanhista” que faz da montanha uma extensão da sua cidade e joga plastico de chocolate na trilha embalagem de cereal já esta embutido no cara chegar usufruir e deixar o local não importando como.Eu sou um que me candidato a fazer uns panfletos pra esse tipo de gente,fazendo a arte final Deixo aqui a idéia quem quiser entrar em contato meu email ta ai… cleversonclv@hotmail.com

  • Quarta-feira, dia 11 eu e mais 3 amigos fomos até o Caratuva. Levamos 3 h 30 min para subir e descemos em 2 h 5 min. Pena que o céu estava encoberto e não pudemos ver o PP. No meio da descida o tempo abriu mas aí já era tarde. A subida foi um pouco difícil para mim pois tenho 46 anos e pratico caminhadas há somente 4 meses. Meus amigos, bem mais novos, cansaram menos. Depois tomamos um banho gelado em uma das cachoeiras, que serviu para lavar a alma e aliviar um pouco do cansaço.As pernas até hoje,sábado, ainda estão meio dormentes. Mas apesar de não avistarmos o PP, a paisagem é deslumbrante. Eu só tinha ido antes até a sede e subido um pouco a montanha (pedra que não sei o nome). Mas o passeio valeu a pena. Se é caro ou barato, é uma discussão que creio que não vai levar a lugar algum. Para uns pode ser caro, para outros, não, isso é muito relativo. Creio que poderia ser um pouco melhor sinalizado. Um amigo já conhecia a trilha e portanto foi fácil. Pratico caminhadas por estradas vicinais e pedalo de quando em vez e pretendo também comprar um telescópio ou luneta. Enfim, sou um apaixonado pela natureza, pois fui criado na roça. Pretendo junto com alguns amigos formar um grupo de caminhadas e passeios. Deixo meu telefone e e-mail para quem quiser entrar em contato. (41)8700-3574. alemaobr@brturbo.com.br .Um grande abraço aos amantes da natureza.

  • As folhas são os confetes e os galhos as serpentinas, as cobras e os lagartos desfilam na trilhas.

    O Dilson Serighelli será o “mestre-sala”, o cume a “porta-bandeira”
    e o trio-elétrico será formado pelo papagaio, pela araponga e o tucano.

    Carnaval no Pico Paraná.

    Estive lá com minha esposa, meu sogro e minha sogra. Subimos o Caratuva no Sábado e o Itapíroca ontem (segunda-feira). Passamos o domingo desfrutando das belezas existentes na Fazenda Pico Paraná, sua estrutura, as duas cachoeiras, os pásteis deliciosos e a simpatia do Dilson.

    Foi meu primeiro carnaval neste local e recomendo para todos os adptos do montanhismo e para quem quiser fugir da folia em 2014.

  • Vinícius, faz tempo que não passo por aqui, tenho umas perguntas.
    Você já fez a trilha que sai de Antonina e chega ao PP pelo outro lado?
    Se fez, quais são as dificuldades?
    Quanto tempo até a base da montanha?
    Qual o grau de escalada do paredão?
    Existe como subir andando por alguma trilha?
    Com relação a polêmica relacionada a cobrança pela passagem da fazenda acho que deveria ser feito um cadastro dos montanhistas que frequentam a montanha e ajudam na manutenção da trilha ou na preservação do ambiente. Ou Biólogos e geólogos que precisam estar na montanha por motivos de pesquisa. Esses não deveriam pagar nada. Agora, 15 reais ainda acho pouco para dar uma peneirada na tigrada que sobe o PP com garrafão de vinho e violão nas costas. Já cruzei com um grupo assim uma vez. A primeira coisa que fizeram quando chegaram ao acampamento 1 foi fazer uma fogueira. Se fosse por mim esses tipos deveriam pagar 50 reais por cabeça para passar. Em Torres del Paine lembro que paguei algo em torno de 150 reais para entrar no parque. Mas recebiamos uma aula de orientação, mapas detalhados e em alguns acampamentos tinham os guarda parques que cuidavam e organizavam os mesmos. Quando chegamos no acampamento chileno depois de 7 horas de caminhada o guarda parques nos recebeu indicando quais os lugares que ainda estavam livres para acampar. Existia uma fogueira e cozinha comunitária. Tudo muito bem organizado. Sei que no Chile eles possuem toda essa estrutura pois esse turismo de montanha gera uma receita gigantesca. Já está mais do que na hora de termos um parque assim nas regiões da serra do mar. Não sei muito bem o que fazer para ajudar com relação a isso, mas estou disponível caso possamos fazer alguma coisa em conjunto. Sei que nossa política é uma merda e que os interesses pessoais sempre passam por cima dos interesses coletivos. Mas acho que poderíamos começar a bater nessa tecla de alguma forma. Mostrar para sociedade o potencial de nossa serra do mar, mostrar que precisamos urgentemente de um programa de preservação sério.

    • Fala Jack, tudo beleza? Vamos às perguntas:

      > Você já fez a trilha que sai de Antonina e chega ao PP pelo outro lado?

      Quando você diz pelo outro lado, quer dizer qual lado exatamente?

      > Se fez, quais são as dificuldades?

      Não fiz…

      > Quanto tempo até a base da montanha?
      > Qual o grau de escalada do paredão?
      > Existe como subir andando por alguma trilha?

      Então… que eu saiba, existem as escaladas pela parede do Ibitirati e, que saiba também, todas ou a maioria saem do Disco Porto, distante umas 2 horas de Bairro Alto.

      Outra possibilidade, é a que está relatada em http://amontanha.com.br/posts/beleza-e-morte-no-pico-parana/, mas aí teria que ser ao contrário.

      Também já li um artigo no Altamontanha, quando o Elcio desceu o PP ou o União, não lembro ao certo.

      Acho que é por aí. Se tiver alguma ideia e quiser compartilhar, dê o toque.

      Quanto ao pedágio, vou responder a parte.

      Abraços!

      Abra

      • Já achei a resposta no site do Edmilson Padilha. Fiquei bem interessado em escalar o Ibitirati para chegar ao cume do PP.
        http://edpadilha.blogspot.com.br/2011/04/ibitirati-pr.html
        O que acha? Quem sabe não nos aventuramos juntos algum dia nessa empreitada?

        • Jack, agora ficou claro que você não tá procurando trilha exatamente, e sim, uma escalada técnica. É isso mesmo?

          Bem, não acho que eu tenha habilitadade pra encarar 500m ou 600m de escalada adventure como essa, mas sou companheiro nem que seja pra ir junto de segundinho :-)

          Você tem meu mail? É o meu nome + @ + url do site. Vamos conversando por lá.

          Abraços!

  • Senhores,

    Estive de férias do blog, por isso não tem resposta pra nada desde setembro e outubro.

    Quanto ao pedágio cobrado pelo Dilson, não me importo com a estrutura tão defendida por uns. Sugiro que visitem o Morro do Canal, depois venham falar em estrutura. Eu vou pra montanha pela montanha, não pra cagar em banheiro coletivo.

    No particular, pra aqueles que vão 1 ou 2 vezes por ano pra montanha, pagar R$15 apenas para passar por uma propriedade é razoável, afinal, tem estacionamento, alguém cuidando, dando dicas, blá blá blá.

    Eu vou todo santo final de semana treinar, escalar e caminhar. Agora tenho levado meu filho. Não tenho como sustentar R$15 ou R$30 só de pedágio. Pra mim é caro, e eu não uso a maravilhosa estrutura que está a meu dispor na fazenda. É simples. Pra mim é caro e um tremendo abuso. Ninguém precisa concordar.

    Pra fechar, esses dias eu fiz a mini travessia Bolinha-Dilson. Investi R$5 pra passar na Bolinha, e outros R$15 pra passar no Dilson. Em nenhuma dessas fazenda usei a porra da estrutura que me custou R$20, embora na primeira esteja claro que é apenas pra pedágio mesmo, ao contrário da segunda.

    Abraços.

    • R$10 ou R$15 reais para acampar/pernoitar na fazenda realmente não é abusivo. Eu já acampei na fazenda e é sem dúvidas uma experiência muito agradável.

      Talvez a incongruência esteja realmente quando na cobrança do valor como pedágio somente, até para aqueles que simplesmente transitam pela fazenda para ter acesso à montanha. Esse valor, na minha opinião, deve sim ser questionado, principalmente porque, como já mencionaram logo acima, quem realiza manutenção das trilhas e pontos principais nas montanhas são os próprios montanhistas. Ou seja, o dinheiro é reinvestido somente na geração de renda e manutenção da propriedade privada e não na manutenção do “parque estadual” como seria se os recursos estivessem sendo arrecadados e gerenciados por órgãos responsáveis. Afinal, deveria ser essa a finalidade de recolhimento de taxas para visitar o local, como ocorre ao redor do mundo em parques institucionalizados.

      Quanto ao fator de conscientizar os visitantes para o mínimo impacto, e a não ser que seja algo mais recente, também não vi uma atividade de recepção, informativos ou qualquer coisa do gênero. Mas, quem passa um tempinho pela casa na fazenda e conversa com o proprietário, percebe que ele menciona e orienta sim a necessidade de não degradar o ambiente. Contudo isso é feito em conversas coloquiais e muitas vezes direcionadas para um público que já tem essa consciência.

      Eu cheguei a articular um notável “chilique” em meados de 2008 junto aos órgãos responsáveis, quando percebi que proprietários das fazendas da região estavam realizando obras nas estradas de forma totalmente irregular. Tratores estavam simplesmente escavando terra de encostas para ampliar as estradas de acesso e aterrar buracos, e nisso arrancando raízes, vegetação e alterando sistemas de escoamento natural das águas de chuva principalmente (é quando acontecem os grandes deslizamentos de terra que soterram comunidades inteiras e a mídia indica ocorrência de desastre natural…). Naquela época não havia nenhuma ação de fiscalização do IAP (Instituto Ambiental do Paraná) no PP e pelo que acompanhei fizeram algum trabalho por um período curto após os contatos que eu fiz. Isso porque mantive o IBAMA e outros agentes de diretoria do governo estaduais e federais nas comunicações, enquanto solicitando atenção do IAP. Só não sei se houveram ações mais duradouras.

      No fim das contas isso é tudo uma briga de interesses com a qual o Estado não está se ocupando muito. Penso que pelo fato da região do Ibiratique não representar uma posição econômica significativa no comércio, indústria e tampouco no turismo como é o caso de Morretes, por exemplo, onde o IAP está fortemente instalado. Mas, não me surpreenderia se no futuro alguns pontos da região forem expropriados para a regularização do parque. Há mecanismos legais suficientes e com perfeito embasamento para isso.

      Enfim, sem o menor intuito de desrespeitar o ponto de vista de ninguém, essa é minha contribuição para o debate. Saudações cordiais à todos!

      • Seu ponto de vista é bem vindo aqui, Juliana, especialmente quando tão bem elaborado.

        Gostei dos argumentos, que vão ao encontro do que tenho repetido por aqui.

        Sinta-se a vontade em voltar outra vez. Saudações!

  • Olá Vinícius
    Muito boa sua matéria, mais você cita que já presenciou grupos de escoteiros e desbravadores com cerca de 40 ou 50 membros no PP, e como chefe da tropa Sênior (jovens de 15 a 17 anos) do grupo escoteiro eco 189 pr de campo largo, com toda a certeza digo que isso não acontece (falo pelos grupos escoteiros e não pelos desbravadores) pois existe todo um esquema de segurança para as atividades escoteiras fora das sedes, e posso lhe afirmar que nenhum diretor técnico de qualquer grupo assinaria uma autorização para uma atividade dessa, pois o principal objetivo é formar jovem cidadão, ensinando eles a viver em harmonia com a natureza e seus semelhantes.
    Gostei bastante da matéria, mais isso me deixou bastante aborrecido, e gostaria de lhe convidar para participar de um dia de atividade no meu grupo para você conhecer e mudar sua ideia (e várias pessoas tem essa ideia de que escoteiro só sabe vender biscoito e fazer fogueira e etc) e lhe mostrar o quem somos realmente!!!

    Abrass

    • Olá Julio,

      De coração, não fique aborrecido. Eu realmente vi 40 ou 50 pessoas de um clube escoteiro ou desbravador no PP. Para um não iniciado, não identificar quem é quem não parece grave, mas pra você, conhecedor da questão, deve ser. Eu lamento por isso. Diante de sua afirmativa, sou levado a acreditar que eram desbravadores.

      Agradeço o convite e realmente fico à disposição para marcarmos alguma caminhada juntos um dia desses. Tenho certeza que vocês não são aquilo que a maioria imagina, nem eu sou aquilo tudo que tento parecer.

      Apareça mais vezes. Entre em contato. Grande abraço!

  • ola, gostaria de saber, fazendo uma trilha de no maximo 3 horas de ida, qual seria o melhor lugar para eu ver o pp e tambem parte do litoral, se itapiroca, caratuva ou acampamento 01 , grato

    • Olá Elton. Se seu objetivo é apenas observar o PP, eu sugiro o Caratuva. E além do PP e litoral, você vai poder ver outras montanhas, além do primeiro planalto paranaense. Boa sorte!

  • caro,

    Porque você em nenhum momento ´menciona a possibilidade de subir e descer no mesmo dia com uma mochila de ataque apenas?

    Alguma condição atrapalha esta operação?

    saindo as 6h e tomando 13h/14h de caminhada a chegada seria por volta das 19h/20h

    • Olá Rodrigo,

      Nunca comentei, verdade, por entender que o público interessado neste texto é o que provavelmente irá acampar. Mas tomarei providências e incluirei esta informação.

      Sobre a condição que atralharia a operação: nenhuma. Você apenas vai fazer em algumas horas o que levaria 2 ou mais dias.

      O tempo que você propôs é razoável. Quando eu era jovem, consegui subir e descer em 6h. Hoje faço em 9h.

  • Karen Ribeiro

    Olá! Primeiro gostaria de parabenizá-lo pela postagem! Em segundo gostaria de perguntar se para montanhistas de primeira viagem é seguro ir sem um guia. Já pesquisei diversos relatos, em alguns encontrei avisos como não seguir se for um iniciante. Aqui em Ponta Grossa tenho costume de ir com os amigos até as cachoeiras e fazer longas caminhadas até esses pontos, claro que o tempo de caminhada não chega perto de 6~9 horas de caminhada, o máximo foi 4 horas de ida e 4,5 de volta. Essa é minha preocupação, sempre tive a vontade de apreciar a vista de lá do alto e também pela aventura que deve ser incrível! Agradeço desde já as informações trazidas pela postagem. Abraços!

    • Olá Karen,
      Muito obrigado pelo comentário. É bom saber que as pessoas gostam do que encontram aqui :-)

      Sobre sua pergunta: eu acho que o indicado é ir com alguém que conheça bem o caminho e tenha desenvoltura no ambiente de montanha. Veja que a questão nem é tanto o tempo de caminhada em si, já que isso varia em função de objetivo, performance, etc. O problema é como se comportar na montanha. Coisas como identificar o caminho correto, o que fazer para evitar hipotermia, o que fazer caso haja um caso desses, onde encontrar água e abrigo, como cozinhar debaixo de uma tempestade. Compreende o que eu quero dizer? Veja que você mesma se intitulou como “montanhista de primeira viagem”. Então o conselho mais prudente é: vá com alguém experiente.

      Espero ter ajudado. Qualquer outra questão ou dúvida, entre em contato. Eu não posso prometer, mas eventualmente podemos agendar e fazer um atacão pro PP juntos. Saudações.

  • Olá, tudo certo? Adorei o espaço falando sobre o
    PP e até achei interessante o pessoal se opondo
    ao preço do pedágio, mas vamos levar em consideração
    que um paranaense paga praticamente cinquenta reais
    pra ficar uma tarde nas cataratas do iguaçu, loco!

    Acredito que dez pila seja baixo, já que tem todas
    aqueles manutenções e infra-estrutura da fazenda,
    enfim, foi só um breve comentário meu, mas nada
    melhor que fosse grátis, claro! Todavia, se é
    Parque Estadual no papel, nada melhor que investir
    nossos impostos num parque realmente estadual, né?

    Agora, voltando ao assunto PP, tu não tens os mapas
    que orientam os montanhistas sobre as trilhas e
    paradas, escalas, distancias? Sobre locais que
    pode-se ir com mochila cargueira, muita gente chega
    lá na fazenda e fica um tanto impressionado com
    algumas coisas que fica sabendo só na hora do up!

    E tem aquelas normas de levar lanterna, e apito.

    um forte abraço velho, qualquer coisa estou
    disposto a subir pro PP, só chamar! Andre Mizrahi

    • Opa, olá Andre, tudo bem? Seja bem vindo!

      Que bom que você gostou do espaço. A minha intenção aqui é justamente permitir troca de informações sobre o PP.

      Quanto ao preço, é a velha discussão. Já tem um monte de opinião exposta na página, de diversas fontes, inclusive do proprietário da fazenda, então eu não me alongarei.

      Sobre os mapas, já me ocorreu fazer algo, mas acho que na Fazenda tem. Eu listei alguma coisa no corpo do texto (lá em cima) que talvez ajude, como os pontos de referência e de água. De qualquer modo, sua sugestão é boa e eu tomarei providências para incluir algum material neste sentido.

      Grande abraço pra você! Sou companheiro para marcarmos alguma pernada no PP e região. Até o futuro.

    • Alberto Heitor Molinari

      Quanto à questão do mapa da rota para o PP, em http://www.mochileiros.com/pico-do-parana-feriado-tiradentes-2011-t56252.html
      você encontra o arquivo “Pico do Paraná Trilha.kml”, contendo um excelente mapa que pode ser visualizado no Google Earth ou no GPS.
      []s

      • Obrigado por compartilhar, Alberto.

        • Alberto Heitor Molinari

          Em tempo, o link que eu havia postado em 31/08/2012 às 18:45 (veja acima) voltou a funcionar. Recomendo este mapa, por ser mais completo, incluindo rotas para o Itapiroca e o Caratuva. Aliás, utilizei este mapa no GPS do meu smartphone neste feriado de Corpus Christi para alcançar o Caratuva (que era novidade para mim) – rota perfeita, conferindo plena segurança, além, é claro, da trilha a qual está muito bem conservada e bem sinalizada. Trilha longa, porém de dificuldade média, possibilitando acesso até para o meu filho de 10 anos.

  • Esse lugar é lindo vcs tem que ve
    é lindo e maravilhoso SE VC FOR VAI
    ADORAR,AMAR E VAI SE DELICIAR COM A
    COMIDA TIPICA DE LÁ.
    ISSO É TUDO SOBRE O PARANA

  • Quantos km são p/ subir e descer a montanha?
    Quem nunca fez montanhismo consegue fazer s/ problema?
    O que você recomendaria/dica pra quem nunca fez esse tipo de aventura?
    O trajeto é perigoso? Que tipo de calçado, roupa adequado?

  • Olá, estou atrás de um belo lugar com uma linda caminhada para se fazer e acampar com meu namorado. Estava pensando no Pico do Marumbi mas parece que o camping está inativo e os socorristas de greve proibindo o acesso à alguns pontos. Enfim, a idéia é passar esse próximo fim de semana que será de Lua Cheia acampando no meio do mato com céu estrelado. Só que gostaria de ir de turma. Estou tentando com meus amigos mas eles não são acostumados com trilhas longas. Você por acaso conhece turmas montadas ou a serem montadas para este tipo de aventura? Poderia passar o contato?

    Grande abraço,
    Marina.

  • Olá turma da montanha, gostaria de saber se alguém tem relatos de como anda a trilha que leva ao Ferraria? Estou com uma coceira que só vai passar qdo bater lá!! Agradeço desde já!

  • oi pra min ir pela primeira vez é muito dificio achar a trilha para o pp? ou esta sinalizada? obrigado desde já abraços

  • Mauro Elzear de Andrade

    Perguntas: há turismo comtemplativo próximo ao Pico Paraná? Alguma estrutura para isso? Da Fazenda Pico Paraná avista-se a montanha? Grato.

  • 10 reais é dinheiro de pinga, quem não quer gastar deizao fica no sofá e chora! Bora subir o PP amanhã uhuuuu

  • Você sabe qual a distância entre a base da Fazenda Pico Paraná e o cume do Itapiroca? Sabe onde posso achar essa informação? Pode me enviar também por e-mail? Grato!

  • Stefan Semenoff

    Olá Vinícius,
    Antes de mais nada, obrigado pelo bom trabalho aí!
    Se confirmar a estiagem prevista à partir de amanhã (26/7/13), irei ao Pico Paraná, que ainda não conheço. Quanto à orientação e mínimo impacto ambiental tudo bem, pratico montanhismo há mais de 30 anos.
    Mas queria perguntar se há trilhas que desçam a serra do pico até o litoral, você tem informação a respeito?
    Muito obrigado,
    Stefan

    • Fala Stefan, muito obrigado :-)

      Do PP até lá em baixo não tem trilha. O que se sabe é que alguns grupos fizeram caminhos que usam esse trajeto. Fiori, Élcio e companhia já desceram pelas encontas do Ibitirati, Pacheco e companhia subiram pelo Tupipiá, e devem ter tido outras que não sei. Mas repito, não há trilha estabelecida. Tem um relato antigo aqui no blog que fala da descida via vale entre A1 e A2: http://amontanha.com.br/posts/beleza-e-morte-no-pico-parana/

      Abraços!

  • Olá boa tarde!!

    sou de Faxinal e tenho um Blog que tbm fala sobre caminhadas, muito bom o seu blog, dia 23/24/25 de agosto estaremos subindo o PP

    Abraço!

    em tempo, visite http://www.grupodecaminhadasfaxinal.blogspot.com

  • Cristiane Oliveira

    Olá Vinicius…

    Eu e meu marido vamos com um grupo de amigos, subir o PP proximo final de semana… temos um filho de 11 anos… voce acha desaconselhável levá-lo, ate mesmo pela dificuldade do caminho… ele ja fez outra subidqa conosco na rota das cachoeiras em Corupá – SC e foi ate a salto grande! Obrigada por sua colaboração..

  • olá
    eu estive no PP neste final de semana
    fui D +++++

    vale a pena …..

  • marcus vinicius fressato figueira

    gostaria saber o que levar e o quanto levar nessa empreitada

  • desde meus quinze anos, isto em 1986 comecei a acampar na Serra do Mar, região da prainha, descendo de trem na estação Eng. Lange, uma depois do Marumbi. Naquela época eu tinha coragem pois não existia tanta criminalidade. Hoje, impossível. Sempre conto as historias aos meus filhos e amigos. Tenho desejo de voltar a acampar.

    O Pico Paraná sempre foi uma incógnita para mim.
    É possível escalar até o topo. é seguro. precisa ter experiencia em montanhismo ou com apenas um pouco de preparo físico já é suficiente, igual ao Marumbi?

    Tem guias no local?

    Ultima pergunta: é possível enxergar o Pico da BR 116, pois sempre passo por ela, e fico imaginando qual deles seria o pico.

    Abraço

    Adriano

  • Gostaria de saber que tipo de exercício faço para me preparar fisicamente para subir o Pico do Paraná.
    Obrigado

    • Exercícios de resistência de força para as pernas (pouca carga e muita repetição) e aeróbios para aumentar seu VO2, principalmente:
      - afundo, agachamento, leg press, extensor/cadeira extensora, flexor, subir/descer escadas ou uma caixa/step: comece com 30 segundos de exercício por 30 de descanso e aumente até você conseguir fazer 1min.
      - Exercícios de core/equilíbrio: abdominais de todos os tipos e o exercício stiff para as costas.
      - Corridas de +10km (dependendo do seu nível) mantendo entre 65 a 75% do seu batimento cardíaco máximo: o objetivo é treinar da resistência à endurance pois o percurso é mais ou menos 6 horas.
      Boas festas.

  • Antonio Afonso

    Não me considero montanhista, mas amo fazer montanhismo, trilhas em geral curtir a natureza, com todo o respeito e preservação. E minha observação é bem simples: por mais distante ou inóspito que seja o lugar, o ser humano sempre estará lá…para explorar, usar ou simplesmente apreciar. Então vamos educar para cuidar, saber usar e preservar. Essa é a tarefa de quem quer ajudar a cuidar, passando informação.
    Li seu blogue e os “postes” com atenção. Apreciei as preocupações da maioria dos visitantes. E me revejo em muitos comentários.
    Li na Gazeta que o acesso ao PP foi desapropriado o que pessoalmente considero positivo. Não sei se conhece o Pico da Bandeira…Mas poderia ser um modelo a seguir para o PP. Uma taxa de acesso que quando fui era de 3Rs, mas com boa informação, estacionamento dentro do parque, um local de acampamento mais ou menos a meio da subida.
    Espero em breve fazer uma visita. Fico grato por toda a informação.
    Saudações. Antonio Afonso

  • Oi Vinicius! Fiquei curiosa por maiores informações sobre o Pico devido as imagens apresentadas na Globo. Lindas por sinal! Li as informações que você colocou e alguns comentários. Indicarei para amigos. Valeu as dicas!

  • Tenho uma dúvida e não achei nos comentários. Fui uma vez ao PP e até metade do caminho o tempo estava ótimo (assim como o tempo em Curitiba, somente com algumas nuvens), porém da metade pra frente fechou o tempo e nem deu pra subir até o pico, pois estava chovendo muito. Queria saber se tem alguma dica para melhor estimar o clima lá pra cima (sei que o tempo é bem aleatório), mas talvez algo como a direção do vento (por exemplo vento leste seria mais úmido por causa do mar?? nada a ver?) ou algo parecido, que aumentasse a probabilidade de tempo bom no cume. Alguma dica?

  • Ola, gostaria de mais informaçoes sobre o pico parana, é minha primeira vez no pico e pretendo subir sozinho… Gostaria de dicas sobre o lugar se alternativas de trilha e lugares mais simples … agradeço … Skype :alfajordano

  • Ronaldo Cardoso

    Bom dia a todos. Vi tantos comentários reclamando do custo de 10 ou 15 reais para visitar o Pico Paraná ou seu redor. Não entendo, as pessoas pagam muito mais por qualquer outra coisa e não reclamam. Eu viajei por quase 2 mil km p chegar até a Fazenda do Pico Paraná, e fui muito bem recebido por quem estava lá (organização ou administração do local), não consegui escalar o Pico devido a chuva daquele momento, mas acho muito bem a atitude de cobrarem esse valor, oferecem uma boa estrutura para quem vai realizar a aventura da escalada. Não consigo entender de que estão reclamando, pagam 100 reais para olhar um jogo de futebol e ainda se arriscam a brigas dentro dos estádios. O melhor mesmo, é quem reclama do valor cobrado, fica em casa sentado no sofá olhando TV e comendo pipoca.

  • Eduardo Pessoa

    Buenaaas!!!
    Recomenda época de Junho para subir o PP?

    Abraços

  • Olá, pessoal do “A Montanha”.
    Muito legal o texto, principalmente o “como se comportar nesse ambiente”.
    Nossa ‘cara de brasileiro’ nos coloca muitas vezes em situações não agradáveis, quando não estamos no Brasil – e mesmo aqui, por conta dos péssimos hábitos travestidos de ‘alegria tupiniquim’. Sugiro, até, destacarem esses ‘primeiros passos’.

    Na real, estou aqui em busca de um dado que até hoje não consegui, nem consegui detectar na imagem do GPS: subimos 1877 metros do PP, entretanto esse é o ponto mais alto que subimos – objetivo final.

    Quantos quilômetros tem o trajeto, partindo da Fazenda PP e quantos subimos e descemos para alcançar o majestoso PP?
    A única distância que li uma vez ou outra foi de 2,5km da trilha de raízes e galhos.

    Subi pela primeira vez o PP ano passado, mesmo pensando “primeira e última”, o final de semana foi especial: crepúsculo ensolarado de um lado, lua gigante avermelhada subindo ao lado do PP de outro, noite estrelada, um frio desgraçado (o saco de dormir para -3º mais as roupas não deram conta, talvez pelo incômodo do ‘guia catarinense’ tagarelando a 80dB e em alta rotação a noite toda).

    Alvorecer espetacular e um dos cafezinhos de caneca top10 da minha vida – acampamos no cume, no ‘gargarejo’. Claro, a razão de tudo isso possível pra mim é o Alan/Sherpa e o grupo sempre, também, maravilhoso que consegue aglutinar.

    Voltando à minha pergunta: consigo me deslocar com mais tranquilidade quando sei a distância do deslocamento, por ter o hábito da caminhada (minha primeira preocupação é não atrapalhar o grupo). Voltar ao PP é a ‘coceira’ que não larga, mas antes de me debruçar sobre essa aventura novamente, além de estar o Marumbi, por ícone, na frente,

    gostaria de saber: no frigir, quantos ‘metros’ subimos e descemos ao todo e qual o trajeto em km para chegarmos ao topo do PP a partir da fazenda?
    Não li todos os comentários, mas, na leitura do tipo ‘biônica’, não identifiquei uma resposta para isso.
    E, finalmente, obrigada por compartilharem seus conhecimentos e domínios. Mesmo jamais me aventurando sozinha, é muito bom colher outras informações.
    Abraços e Parabéns.

    • Alberto Heitor Molinari

      Olá Cristina

      Sobre a distância percorrida da fazenda até o PP, o Vinícius já falou acima que são cerca de 7 Km (para ser mais exato 7,83 Km). Quanto à variação de altitude fica difícil falar, visto que a nivelação do terreno é bem variada. Assim, vou te dar uma sugestão que pode lhe proporcionar várias respostas sobre a rota para o PP ou para qualquer outra montanha.
      Abra o tracklog do seu GPS no Google Earth, clique sobre o desenho da rota com o botão direito do mouse e selecione o menu “Show Elevation Profile”. Com isso ele abrirá uma janela com um excelente diagrama 2D da variação da rota em distância e elevação.
      O tracklog deverá ter sido gravado nos formatos KML ou KMZ. Na internet você encontra muitos tracklogs disponíveis para downlod, podendo assim antecipar as informações antes da excursão. Acima eu postei 2 links de tracklogs para o PP, disponibilizados pelo site Mochileiros, sendo que o primeiro é o mais completo.

      Abraços
      Alberto

  • Alberto Heitor Molinari

    Pessoal
    Acesso ao Pico Paraná agora é gratuito, deu na Gazeta do povo em 12/09/2013!
    A notícia informa que “da faixa de terreno que compreende a entrada para o pico, todas as barreiras de acesso à montanha foram retiradas. Com a posse, a fiscalização da subida ao cume do Pico Paraná passa a ser de responsabilidade do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) juntamente com o executivo municipal.”
    Esta notícia saiu 1 mês depois da minha última escalada ao PP. Desde então não retornei lá.
    Alguém desta comunidade passou por lá recentemente e pode nos contar como está aquele cenário?

    Abraços
    Alberto

    • bom dia, fui em maio para o caratuva e nao tinha nada de diferente, ainda e cobrado o “pedagio” de10 reais e nao há nada referente ao IAP

  • Excelente instruções!
    Estou programando de subir o Pico do Paraná e foi de extrema utilidade as informações contidas. Sem falar na parte em que você cita ‘ Você não está no Everest, mas também não está passeando no Parque Barigüi’, foi hilário.
    Está de parabéns!!!

  • bom eu nunca fui mas nas fotos é lindo

  • É possível fazer a trilha sozinha? sem auxílio de guia?

    • Olá, Kamila

      Se for a primeira vez que vc vai, acho melhor ir com alguém que já tenha ido. ´E fácil se perder na trilha.

  • Olá, pessoal.

    Muito boas as informações aqui. Já subi três vezes o PP e finalmente estou conseguindo (quase) convencer minha mulher a subir comigo. Quero que ela sinta aquela sensação de vitória, de limites superados e ainda ter como recompensa a maravilhosa paisagem que tem nesse lugar pelo qual sou apaixonado. Tem coisas que não dá para explicar, as pessoas precisam vivenciar para saber como é. Porém, um comentário preocupante dela me chamou atenção e me deixou com um pé atrás. Devidos aos recentes casos de assalto em lugares como Itupava e Anhagava ela fica um pouco receosa, de de repente cruzarmos com pessoas mal intencionadas no caminho. Assaltos ainda são de menos se levarmos em conta que uma ação dessa pode evoluir para coisas piores. Enfim, nunca ouvi falar sobre nenhuma ocorrência dessas no PP, andei pesquisando e mesmo assim não encontrei nada. Alguém pode me ajudar a tranquilizar minha esposa nesse sentido? Obrigado

    • Alberto Heitor Molinari

      Roberto
      Eu também nunca soube de nenhum caso de violência por essas bandas. Os dois casos de morte de jovens lá ocorridas (no Itapiroca e no caminho para o Siririca) foram acidentes causados por pura imprudência das vítimas ou de seus guias.
      Aliás as trilhas da nossa querida serra tem estado em paz, graças a Deus. O maior risco de assalto está na vizinhança de nossas casas.
      Porém, no caso de sua esposa, não aconselho a escalada ao PP se ela for iniciante, pois este requer muuuita capacidade física e experiência em trilhas. Seria melhor levá-la primeiro ao Morro do Canal, depois ao Itapiroca ou Caratuva, antes de encarar o PP, que, francamente, é para poucos.
      Abs.

  • Tayfran Kraetzig

    E ai galera!!! Bah muito legal o post!Estou indo com um grupo de amigos e as informações serão muito úteis!!
    Nunca estive la mas ouvi falar que teriam correntes e pinos em alguns pontos para auxiliar na subida… Porém um amigo disse que removeram essas correntes e pinos e que seria bem difícil subir sem esses auxílios… Alguém sabe algo a respeito?

    Abraços

    • Alberto Heitor Molinari

      Tayfran
      Os grampos removidos, pelo que me conste, eram aqueles dispensáveis, sem os quais é possível sim a escalada através de um maior contato corporal com a montanha, sem porém aumentar os riscos (que não são poucos).
      Aliás, falando em risco, existem sim trechos de risco de quedas violentas (paredões compridos com grampos e correntes auxiliares, desfiladeiros estreitos e sujeitos a fortes ventanias, etc), os quais requerem muita atenção, esforço muscular e responsabilidade do aventureiro.
      Mas, tendo capacidade e experiência, a aventura flui bem.
      Sempre recomendo aos iniciantes que façam um test-drive no Morro do Canal, é fácil, mas serve como um ensaio, um termômetro, se você tem as capacidades mínimas requeridas pelo PP.
      Abs.

  • Robinson Virginio

    Olá,gostaria de saber como faço pra voltar de ônibus da fazenda Pico do Paraná até Curitiba???Obrigado!!!

Comente